Atividades

A Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico, fundada em fevereiro de 2002, dedica suas atividades através da elaboração e execução direta de projetos, programas, planos de ações, prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos do setor público que atuam nas áreas da cultura, patrimônio histórico e artístico, turismo cultural e social, meio ambiente e cidadania.

Resumo de algumas atividades, ações, projetos e programas já realizados e/ou em fase de realização pela Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico nos anos de 2013/2014:

Projeto “Valorização da Paisagem Cultural e do Parque Histórico Nacional das Missões Jesuíticas Guaranis”

996154_10203982182509159_938631884566932113_nA Defender integra o Comitê Gestor do Projeto “Valorização da Paisagem Cultural e do Parque Histórico Nacional das Missões Jesuíticas Guaranis”, instalado nas Missões no mês de agosto de 2014, tendo como representantes suas Delegadas Regionais Juliani Borchardt da cidade de Santo Ângelo e Luciane Miranda da cidade Santa Rosa.

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27ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – IPHAN 2014

renderizaFcdMidia.do_3A Defender integrou o corpo de jurados da Comissão Nacional de avaliação das ações inscritas na 27ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

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Grupo de jurados do PRMFA 2014

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Restauração da Antiga Residência de Johann Schmidt em Sapiranga (RS)

Divulgação

Divulgação

Através de um Acordo de Cooperação Técnica estabelecido em 27 de julho de 2014 com a Fundação Cultural e de Meio Ambiente de Sapiranga, a Defender irá elaborar, executar e administrar o projeto cultural denominado  Restauração da Antiga Residência de Johann Schmidt.

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Oficina “Patrimônio Cultural – A lei, o bem e o mal”

10497349_10203025731581715_6358956142671442235_oRealização da Oficina “Patrimônio Cultural – A lei, o bem e o mal”, com 8 horas de duração, ministrada por Telmo Padilha Cesar – presidente e Jorge Luís Stocker Jr – delegado regional da Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico durante o VI Fórum Mestres e Conselheiros – Os desafios da educação patrimonial, na UFMG em Belo Horizonte (MG), de 4 a 6 de junho de 2014.

Telmo Padilha Cesar, presidente da Defender

Telmo Padilha Cesar, presidente da Defender

Jorge Luís Stocker Jr., delegado regional da Defender

Jorge Luís Stocker Jr., delegado regional da Defender

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Inventário de Bens Edificados de Campo Bom (RS)

Casa Faller - Campo Bom (RS). Foto: Jorge Luis Stocker Jr.

Casa Faller – Campo Bom (RS). Foto: Jorge Luis Stocker Jr.

Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica estabelecido em 16 de maio de 2014, entre a Defender e o IPHAE – Instituto do Patrimônio Histórico Artístico do Estado do Rio Grande do Sul será realizado o Inventário de Bens Edificados da cidade de Campo Bom.

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Tombamento do Salão Holler em Ivoti (RS)

Foto: Maurício Antônio Weber (http://www.panoramio.com/photo/27250607)

Foto: Maurício Antônio Weber (http://www.panoramio.com/photo/27250607)

Por meio de ações de salvaguarda e proteção do patrimônio histórico desenvolvidas pelos delegados regionais da Defender Cristiano Brum, Alexandre Reis e Jorge Luís Stocker Jr. foi realizado por meio da Portaria nº 001/2014, publicada no DOE em  13 de janeiro de 2014, página 45, o tombamento do pelo IPHAE RS (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado) do Salão Holler, considerado uma das mais importantes edificações em estilo enxaimel no Rio Grande do Sul.

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Capela Bom Pastor – Restauração e Oficinas de Artesãos (Etapa 1)

3Resumo: elaboração de projeto arquitetônico de restauração da Capela Bom Pastor, localizada no interior do Presidio Feminino Madre Pelletier em Porto Alegre, tombada como Patrimônio Cultural do RS; Projetos Complementares e realização de oficinas de capacitação com detentas que participarão das etapas de realização do projeto como forma de ação reintegradora. Este projeto (Etapa 1) diz respeito a primeira fase de um projeto global. A segunda fase se refere a execução da restauração do prédio histórico.

Breve histórico: localizada na capital do Rio Grande do Sul, no interior do Presídio Feminino Madre Pelletier, a Capela Bom Pastor inteiramente decorada com pinturas murais de Emilio Sessa* foi tombada em 1991 como Patrimônio Cultural do Estado. Construída em forma de cruz, também abrigou uma creche e a escola para os filhos das presidiárias. Em 1995, sofreu um incêndio e, desde então encontrava-se fechada, sem nenhum tipo de limpeza e manutenção.

A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente – MP RS instaurou o inquérito civil 00833.00120 em dezembro de 2010 com o objetivo de apurar o abandono da Capela Bom Pastor.

No final de 2011, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE RS) e a Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE), com a ajuda de mulheres presidiárias realizaram uma limpeza na Capela que consistiu na retirada de entulhos e desinfecção. A participação dessas mulheres nesta etapa de limpeza foi muito significativa, de acordo com informações do IPHAE RS e SUSEPE.

IMG_3843reduzDiante da prioridade de restauração deste bem tombado, foram estabelecidos Acordos de Cooperação Técnica entre a Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico, Penitenciária Feminina Madre Pelletier e Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE RS) visando a elaboração e execução do Projeto Cultural denominado Capela Bom Pastor – Restauração e Oficinas de Artesãos.

No Brasil, a maioria das presas não possuem nenhum tipo de qualificação profissional ou até mesmo nunca trabalharam, o que torna a situação financeira um dos principais motivos que as levam a cometer algum tipo de delinquência. Além disso, a falta de estrutura familiar, suporte psicológico, apoio social e emocional, oportuniza o desespero que pode levar a prática de atos criminosos.

Nesse sentido, a proposta de somar ao desenvolvimento do projeto, oficinas de qualificação para detentas, monitoradas por especialistas na área de restauração, possibilita ensinar um oficio a estas cidadãs e ao mesmo tempo realizar etapas iniciais da elaboração de um projeto (levantamento arquitetônico e diagnóstico) que servirão posteriormente para compor o projeto completo da restauração deste bem, além de iniciar o restauro de parte das pinturas murais. Estas etapas garantem ao Estado o cumprimento de, no mínimo, duas obrigações constitucionais.

Ao mesmo tempo será desenvolvido o restauro dos painéis em vitrais e das esquadrias de ferro e madeira.

*Sobre Emílio Sessa – nasceu em 10 de agosto de 1913, em Bergamo, Província de Lombardia, na Itália. Aos 14 anos passou a frequentar a Scuola d’Arte Applicata all’Industria Andrea Fantoni. Partilhou da mesma formação artística e cultural de Aldo Locatelli, do qual era amigo e colega de estudos. Emílio Sessa e Aldo Locatelli chegaram no Brasil, mais especificamente em Pelotas, em novembro de 1948. Trabalharam (Sessa e Locatelli) em conjunto com Adolfo Gardoni na decoração interior da Catedral São Francisco de Paula, no ano de 1949. Com a repercussão do trabalho em Pelotas, Sessa e Locatelli começaram a receber diversas encomendas. Dentre os vários trabalhos solicitados estava o Palácio Piratini, em Porto Alegre e a Igreja São Pelegrino, em Caxias do Sul. Emílio Sessa também teve diversos trabalhos de exclusiva, os quais se destacam os painéis da Capela Bom Pastor do Presídio Madre Pelletier, que por muitos anos teve sua autoria equivocadamente atribuída a Locatelli; as pinturas da Capela do Colégio São José em Caxias do Sul, a Via Sacra da Igreja Matriz de Novo Hamburgo, a Igreja Sagrada Família em Porto Alegre, a Capela do Colégio Teresa Verzeri, em Santo Ângelo, entre outras. Sessa retornou a Itália em 1965 e faleceu em Bergamo no ano de 1990.

4Situação: projeto cultural apresentando ao Ministério da Cultura para aprovação através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet). Em fase de análise.

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Sítio Histórico Antigo Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul (RS)

HCB_reduzidoResumo: elaboração de Projeto Arquitetônico Executivo de restauração do prédio histórico denominado Antigo Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul; Projetos Complementares, conforme especificações técnicas do IPHAN; Plano de Revitalização do Entorno deste Bem tombado como Patrimônio Histórico Cultural Municipal e Orçamentos. O presente projeto diz respeito a primeira fase de um projeto global, desdobrado em duas fases. A segunda fase refere-se a execução das obras de restauração.

Breve Histórico: no ano de 1903, uma mobilização comunitária foi fundamental e importante para a idealização e construção do primeiro hospital da cidade de Cachoeira do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul.

A história relata que em 15 de outubro de 1846, durante sessão da Câmara Municipal da Vila Nova de São João da Cachoeira (hoje Cachoeira do Sul), um médico vereador apresentou proposição recomendando a criação de um hospital de caridade – o Hospital São João. Mas a proposição não foi aprovada.

No dia 23 de agosto de 1903 foi lançada a pedra fundamental do Asilo de Caridade (Hospital) num terreno localizado no núcleo inicial de urbanização da cidade (1769). A construção do sobrado para abrigar a casa de saúde levou sete anos e só foi possivel pela abnegação, voluntariado e esforços de todos os cachoeirenses que, por meio de doações e levantamento de fundos provenientes da realização de chás de caridade, concluíram este que é o mais importante símbolo da história hospitalar de Cachoeira do Sul.

A inauguração do Asilo de Caridade aconteceu no dia 11 de dezembro de 1910.

Diante da necessidade de ampliação de espaço físico para melhor atender a população de Cachoeira, foi aprovado, 1935, a construção de um novo hospital em área doada pela municipalidade, na Praça Itororó, em frente ao primeiro hospital.

Atualmente, o prédio do Asilo de Caridade (primeiro hospital) abriga a Escola de Educação Profissional da Saúde, mantida pelo Hospital de Caridade e Beneficência e necessita de um projeto completo de restauração.

Esta edificação assobradada, tombada como Patrimônio Histórico Cultural pelo Município de Cachoeira do Sul, em 17 de abril de 1985, sofreu alguns acréscimos ao longo dos anos para comportar atividades extras e aumento de sua área útil. Como não foram bem planejados, estes elementos, acabaram descaracterizando o imóvel, principalmente na área interna.

Na avaliação para a elaboração deste projeto, foi observada a importância do sítio onde está localizado o prédio do Asilo de Caridade e a diversidade histórica de outros elementos arquitetônicos de seu entorno, como o prédio art déco que abriga atualmente os serviços do hospital, o Cemitério das Irmandades e a Capela Santa Catarina. Com elementos artísticos interessantes, a Caixa d’água, primeira hidráulica municipal, que é um marco visual na região e referência em altura, importante devido a visualização que se tem do rio que abastece a cidade, carente também de restauração, junto com a fonte que cria um espaço urbano nobre de convivência e de visuais que deve ser levado em consideração. Os bens históricos que compõem este importante sítio fazem parte do Inventário do Patrimônio Cultural de Cachoeira do Sul (1989).

Diante de estudos preliminares, chegou-se a conclusão de que para a restauração do antigo hospital ter um valor relevante e um retorno de qualidade arquitetônica para a cidade e população, é imperioso que se resgate toda a área do quadrilátero onde estão inseridos estes elementos históricos.

O antigo prédio, após sua restauração, deverá abrigar uma recepção, salas de reuniões e atividades múltiplas, memorial sobre a história da saúde de Cachoeira do Sul, biblioteca técnica (para uso de alunos) e comunitária (para uso dos pacientes e seus acompanhantes; e vizinhos) e anexos contemporâneos para as atividades da Escola de Saúde.

O projeto é ousado e realista no sentido que agrega ao antigo hospital melhores condições para o desenvolvimento dos cursos existentes, bem como, revitaliza todo um quarteirão que aporta atividades relativas a saúde e ao ensino, além de resgatar a história e a paisagem desta cidade, criando-se ambientes de educação, cultura, lazer, alimentação, contemplação e espiritualidade. Enfim, uma proposta que eleva a autoestima e valoriza as conquistas do povo de Cachoeira do Sul, através de sua arte e arquitetura.

Cj_Asilo_CapelaSituação: projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura Federal (Rouanet), com patrocínio exclusivo da CORSAN – Companhia Rio Grandense de Saneamento. Em fase de execução.

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Château d’ Eau

Untitled1Resumo: elaboração de projeto cultural de restauração do Château d’Eau, segunda caixa d’água de Cachoeira do Sul (RS) inaugurado em 1925.

Breve Histórico: inaugurado em 1925, no governo do Dr. João Neves da Fontoura, no centro da praça Balthazar de Bem, que juntamente com o prédio da Antiga Casa de Câmara, Cadeia e Jurí de Cachoeira do Sul e a Catedral Nossa Senhora da Conceição formam um belíssimo conjunto arquitetônico, o mais belo cartão-postal da cidade.

Trata-se de um torreão vazado, em estilo neoclássico, com colunas dóricas no térreo, jônicas no primeiro andar e coríntias no último lance. Em seu topo está a representação de Netuno, ao redor do torreão, seis figuras de ninfas semi-inclinadas carregando cântaros de onde jorram um filete de água para o interior de um espelho d’água recortado em compartimentos pelas alamedas que conduzem às escadarias. Cercado inicialmente por 12 (doze) palmeiras imperiais, o Château d’Eau compõe um paisagismo de matizes classicizantes como aqueles desenvolvidos em escala mais ampla, pelos discípulos de Grandjean de Montigni no Rio de Janeiro – Palácio Itamaraty – e em São Paulo – Parque da Independência. Para os ideólogos da intendência de Cachoeira do Sul, no Château d’Eau, ao se projetar uma caixa d’água na forma de um monumento artístico estava se seguindo “aquilo que havia de mais moderno em doutrina de urbanismo” (D. Notícias, 15/05/1927, p. 16). As figuras do Château d’Eau são atribuídas a Giuseppe Gaudenzi e Alfred Adloff. Provavelmente o primeiro concebeu o monumento e o segundo executou as obras.

Tinha a finalidade de levar a água por gravidade ao reservatório de distribuição à Rua Júlio de Castilhos e regular ao mesmo tempo, a pressão da água nas zonas mais elevadas. O Château d’Eau sofreu diversos serviços de manutenção e pequenas adaptações que no entanto não comprometeram por total a sua integridade. O Château d’Eau foi tombado em 17 de agosto de 2012, por meio do Decreto Municipal nº 190.

Elevações S OSituação: projeto cultural de restauração em elaboração.

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 Casa da Aldeia Fase 1 – Projeto de Restauração

02Resumo: restaurar imóvel histórico denominado Casa da Aldeia, único exemplar ainda existente do inicio da urbanização da cidade de Cachoeira do Sul (RS), com registro datado de 1849.

Breve Histórico: em 1769, um grupo de índios missioneiros foram transferidos do Morro do Botucaraí (hoje Candelária) e aldeados no Passo do Fandango às margens do rio Jacuí, onde, na parte mais elevada, construíram uma pequena capela dedicada a São Nicolau.

Em 1820, a freguesia de São João da Cachoeira conquista a condição de Vila, tendo seus limites geográficos separados do município de Rio Pardo. Auguste de Saint-Hilaire, durante sua passagem pela Villa Nova de São João da Cachoeira, no ano de 1821, descreve o que vê da seguinte forma: “… entre a vila e o rio, sobre o declive da colina, as miseráveis palhoças, separadas umas das outras, cuja reunião toma o nome de Aldeia…” (Viagem ao Rio Grande do Sul, 1821). Os habitantes da Aldeia, instalados em torno da pequena capela, constituíram o núcleo urbano inicial da Villa.

É no local, denominado ainda hoje de Aldeia, que existe uma construção em estilo colonial português conhecida como Casa da Aldeia. Registros da Câmara, datados de 18 de abril e 19 de maio de 1849, relatam o pedido de um morador da Villa, requerendo por parte de sua mulher, a índia Joaquina Maria de São Jozé de Nação Guarany, um terreno devoluto na Aldeia e autorização para a construção de moradia. Este pedido foi deferido na íntegra pela Câmara.

Ao longo dos anos foi utilizada por diferentes moradores e para diferentes fins. É considerado o exemplar mais antigo do início da urbanização da cidade.

Em 2003, a Organização Defender adquiriu o imóvel, então abandonado, com objetivo principal de restaurar e preservar a memória da cidade.

Em 2005, a Casa da Aldeia é tombada como Patrimônio Cultural de Cachoeira do Sul, pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico Cultural (Compahc).

Disponibilizar, dentro de um imóvel histórico, um espaço sociocultural para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, por meio do desenvolvimento de projetos de memória, artes, comunicação, turismo e educação patrimonial criando oportunidades de desenvolvimento é o grande desejo da Defender e da sociedade, em especial da comunidade vizinha a este monumento.

08Situação: projeto cultural aprovado pelo Pró-Cultura RS, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do RS. Em fase de captação de recursos.

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II Encontro Patrimônio Cultural e Desenvolvimento

combarraO II Encontro Patrimônio Cultural e Desenvolvimento, promovido pela Defender, aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de agosto de 2013, em Porto Alegre (RS).

Prevendo abranger e discorrer absolutamente toda a temática sobre o Patrimônio e seus atores, apresentou painéis sobre legislação, ações da sociedade, ações do poder público, fatos, conceitos, preservação, desenvolvimento local e patrimônio imaterial, contou com um público de 400 participantes de diferentes cidades brasileiras.

Programação

14 de agosto de 2013 (quarta-feira)

9 horas – Abertura Oficial

10h30 – Palestra de Abertura
Jurema de Sousa Machado – Presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)

12 horas – Almoço

14 horas – Inventário e Tombamento – Instrumentos de Preservação para o Desenvolvimento

Ana Lúcia Goelzer Meira – Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN RS)
Eduardo Hahn – Diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul (IPHAE RS)
Leonardo Barci Castriota – Arquiteto Urbanista – Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

18h30 – Encerramento

15 de agosto de 2013 (quinta-feira)

8h30 – A Sociedade Civil e o Patrimônio Cultural

Delegados Regionais da Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico
Francisco Alemberg de Souza Lima – Diretor presidente da Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri – Nova Olinda (CE)
Ângela Tereza Sperb – Consultora do Programa de Educação Patrimonial de Picada Café (RS)

12 horas – Almoço

14 horas – Ações do Ministério Público na Defesa do Patrimônio Cultural

Ana Maria Moreira Marchesan – Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul
Andréa Lanna Mendes Novais – Analista do Ministério Público de Minas Gerais – Coordenadoria da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico

16h30 – Monumenta e PAC Cidades Históricas – Resultados e Perspectivas no Desenvolvimento

Robson Antônio de Almeida – Coordenador Nacional do PAC Cidades Históricas – IPHAN
Briane Panitz Bicca – Coordenadora do Projeto Monumenta Porto Alegre (RS)
Carlos de Faria Coelho de Sousa – Gerente Executivo da Caixa Econômica Federal (DF)

18h30 – Encerramento

16 de agosto de 2013 (sexta-feira)

8h30 – A Preservação e o Desenvolvimento Local

Andrey de Freitas – Coordenador do Projeto Monumenta São Francisco do Sul (SC)
Frederico Mendonça – Diretor do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC BA)
Carlomano Abreu – presidente da AMAR – Associação dos Amigos de Areia (PB)

12 horas – Almoço

14 horas – Patrimônio Imaterial

Célia Maria Corsino – Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) – Brasília (DF)
Flávia Rieth – Antropóloga da UFPel/Pelotas (RS) – Coordenadora do Inventário Nacional de Referências Culturais – da região doceira de Pelotas e Pelotas Antiga
Luciano Pereira Silva – Coordenador de Preservação do Patrimônio Material e Imaterial – Secretaria de Educação e Cultura de Tocantins – Capim Dourado – Trançando a Tradição

18h30 – Encerramento

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Tombamento do Centro Histórico de Santo Ângelo (RS)

Por meio de ações desenvolvidas pela Delegada Regional Juliani Borchardt em Santo Ângelo foi realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul (IPHAE RS) o tombamento do Centro Histórico em 2013.

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