Porto Alegre (RS) – Museu da Comunicação Hipólito José da Costa não terá mais visitação aberta para o público


A partir de agora, o prédio só poderá ser visitado mediante agendamento prévio.

Museu da Comunicação Hipólito José da Costa. Foto: Reprodução / Ver Descrição

Museu da Comunicação Hipólito José da Costa. Foto: Reprodução

Responsável por salvaguardar uma parte preciosa da memória cultural e histórica do Estado, o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa agora só pode ser visitado mediante agendamento prévio. Enfrentando há muitos anos problemas estruturais que comprometem a integridade física de seu rico acervo, o prédio no Centro Histórico de Porto Alegre abriga jornais, revistas, filmes, áudios, fotografias e peças publicitárias.

O Hipólito junta-se a outros equipamentos culturais da Capital colocados em ponto morto a fim de não colapsarem por completo – em alguns casos, para literalmente não desabarem sobre as cabeças dos visitantes. Acena-se com a restauração completa do belo edifício – um processo que por enquanto se arrasta morosamente e cujo prazo de conclusão é aquele que a cultura conhece bem por aqui: sine die.

Ô, psit, caiu com a estátua grega abaixo: até quando vamos aceitar com resignação que museus, teatros, centros culturais e bibliotecas definhem vergonhosamente até serem obrigados a fechar suas portas? Precisam (quase) morrer para despertar nossa atenção?

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Por Roger Lerina

Fonte original da notícia: Zero Hora




São Paulo (SP) – Quadro de Cézanne é restaurado pelo Masp


Regina Dias Moreira finalizou a restauração no último mês.

Regina Dias Moreira restaura o famoso quadro "Paul Alexis Lê um Manuscrito a Zola", de Cézanne. (Foto: Divulgação)

Regina Dias Moreira restaura o famoso quadro “Paul Alexis Lê um Manuscrito a Zola”, de Cézanne. (Foto: Divulgação)

Um dos tesouros do acervo do Masp, o quadro Paul Alexis Lê um Manuscrito a Zola começou a ser pintado pelo francês Paul Cézanne em 1869. Um ano depois, com o início da guerra franco-prussiana, o artista e seu amigo Émile Zola, consagrado escritor francês, precisaram deixar Paris. Por isso, o trabalho ficou inacabado. Entre os anos 1940 e 1950, a obra foi restaurada com um tipo de verniz que, com o passar do tempo, tornou a imagem amarelada e escura — nada semelhante à cena que Cézanne havia pincelado. No último mês, realizou-se na tela uma restauração minuciosa. Pelas mãos de Regina Dias Moreira (foto) e de uma equipe de físicos e historiadores, removeram-se as antigas intervenções e foi aplicada uma nova camada de verniz. Boa notícia: a pintura provavelmente nunca chegou tão perto da intenção original do seu autor.

Por Júlia Flamingo

Fonte original da notícia: Veja São Paulo




Porto Alegre (RS) – Grupo encaminha representação ao MP para garantir preservação do acervo da Fundação Piratini


Em reunião, procurador-geral em exercício se comprometeu a resguardar o patrimônio público. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Em reunião, procurador-geral em exercício se comprometeu a resguardar o patrimônio público. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Na tarde desta quarta-feira (11), um grupo composto por artistas, professores e comunicadores se reuniu, na sede do Ministério Público, com o procurador-geral em exercício Paulo Emílio Barbosa para expor o risco de perda do patrimônio cultural com a extinção das fundações estaduais – em especial, da Fundação Piratini (TVE e da FM Cultura). Segundo o representante dos funcionários no Conselho Deliberativo da Fundação Piratini, Walmor Sperinde, o encontro foi necessário para “expor o absurdo em níveis econômicos e sociais que é a extinção das fundações”.

O documento entregue destaca a importância das emissoras como dois dos principais canais de divulgação da cultura e de conteúdos audiovisuais produzidos no Rio Grande do Sul. Segundo nota divulgada à imprensa, ele é apoiado por entidades representativas, como a Associação Riograndense de Imprensa, e assinado por quase 400 pessoas, como Luis Fernando Verissimo, Luiz Antonio Assis Brasil, Jorge Furtado, Renato Borghetti, Nei Lisboa, entre outros.

A proteção do interesse público foi a prioridade requisitada pelo grupo, que pediu providências legais para garantir a sobrevivência de serviços prestados e a preservação do funcionamento e dos acervos da TVE e da FM Cultura. “Não sabemos o que vai acontecer com esse patrimônio; há um medo muito grande de que seja perdido ou mal utilizado”, afirma Sperinde.

Segundo ele, o procurador se mostrou muito solícito e afirmou que irá encaminhar o documento para análise da equipe jurídica, tendo se comprometido a garantir providências que irão resguardar o patrimônio público. Se for evidenciada ação inconstitucional, a solicitação será levada a outras instâncias.

Por Giovana Fleck

Fonte original da notícia: Sul21




Canoas (RS) – Após restauro, Casa dos Rosa vai abrigar o acervo do Museu Municipal Hugo Simões Lagranha


Considerada a mais antiga edificação do município, a construção data do início dos anos 1900 e foi erguida no lote número 1 da urbanização de Canoas.

Foto: Ireno Jardim / Divulgação

Foto: Ireno Jardim / Divulgação

Ótima notícia em tempos nos quais só se fala de crise na cultura e no colapso de instituições nessa área: será inaugurado nesta quinta, a partir das 17h, o Parque dos Rosa, que vai abrigar a imponente Casa dos Rosa em uma bela área natural localizada em pleno centro de Canoas. Considerada a mais antiga edificação do município, a construção em estilo “chalé de chácara” data do início dos anos 1900 e foi erguida por Antônio Lourenço Rosa no lote número 1 da urbanização de Canoas.

Tombada como Patrimônio Cultural da cidade desde 2009, a Casa dos Rosa passou por um trabalho de restauro e reforma iniciado no ano passado, no qual foram investidos mais de R$ 2,1 milhões. Com um total de 508 metros quadrados, o local vai abrigar o acervo do Museu Municipal Hugo Simões Lagranha, além de contar com salas multimídia para exposições e um café com vista para os jardins do parque.

A cerimônia de inauguração terá apresentações do Canoas Coletivo de Dança, do Coral de Canoas e do contrabaixista Weslei Felix Ajarda – jovem músico da Ospa. Ao mesmo tempo, será apresentada também à comunidade a reformada Antiga Estação de Trem, em frente ao Parque dos Rosa,que será transformada em espaço para ensaios e apresentações de grupos de teatro, música e dança.

Por Roger Lerina

Fonte original da notícia: Zero Hora




Programa ajuda a conservar acervo de Júlio Prestes em Itapetininga (SP)


Centro Cultural Ayres Aguirre receberá R$ 30 mil a partir de 2017. Ajuda faz parte do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado.

Centro Cultural Basílio Ayres Aguirre receberá R$ 30 mil para manter acervo. (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Centro Cultural Basílio Ayres Aguirre receberá R$ 30 mil para manter acervo. (Foto: Reprodução/ TV TEM)

O Centro Cultural Basílio Ayres Aguirre de Itapetininga (SP) foi uma das oito instituições contempladas este ano no edital de preservação de acervos museológicos do Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Cultura, a instituição receberá, a partir de 2017, R$ 30 mil para investir em ações de conservação do acervo pessoal de Júlio Prestes de Albuquerque.

Nascido em Itapetininga (SP), Júlio Prestes foi o último presidente eleito durante a República Velha (1889-1930), impedido de assumir o cargo pela Revolução de 1930, que conduziu o presidente Getúlio Vargas ao poder. Com o investimento, também será feita a elaboração de documentos técnicos, a digitalização de todo o acervo para criação de conteúdo virtual e o desenvolvimento de uma cartilha explicativa sobre a importância da conservação deste patrimônio.

ProAc
O Programa de Ação Cultural (ProAC), na modalidade editais, tem o objetivo de difundir a produção artística em todas as regiões do estado, apoiando financeiramente projetos artísticos. Neste ano, foram disponibilizados 44 editais em 12 linguagens: teatro, dança, música, literatura, circo, artes cênicas para crianças, festivais de arte, audiovisual, museus, diversidade sexual e étnica e artes visuais.

Fonte original da notícia: G1 Itapetininga e Região




GO – Cultura digital, museus, acervo em rede é tema de oficina do Ibram


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O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Universidade Federal de Goiás (UFG) realizam, em novembro, a oficina Cultura digital, museus, acervo em rede.

A formação tem por objetivo apresentar o cenário atual da cultura digital com foco nos fenômenos de rede e em diálogo com a área de museus, refletindo sobre as oportunidades de produção de acervos digitais e suas formas de articulação em rede.

A Oficina será dividida em duas partes. O módulo 1 acontece nos dias 8 e 9 de novembro com o tema Inteligência coletiva e inteligência de redes: novos cenários da cultura digital. E, entre os dias 16 e 17, o módulo 2 tratará do tema Redes e mídias sociais: os museus na web.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre os dias 26 de outubro e 1º de novembro de 2016 neste link. As vagas são limitadas e haverá emissão de certificado para os participantes que cumprirem a carga horária total (32h/aula). Mais informações aqui.

Fonte original da notícia: IBRAM




Museu Nacional do Mar de São Francisco do Sul (SC) está em processo de municipalização


Todo processo incluindo a documentação de transferência deverá ser concluído em dois meses.

As margens da Baía Babitonga museu salvaguarda mais de 90 embarcações - FCC/Divulgação/ND

As margens da Baía Babitonga museu salvaguarda mais de 90 embarcações – FCC/Divulgação/ND

Na quinta-feira (1), o governador Raimundo Colombo tomou a decisão de municipalizar o Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul. A decisão, segundo o governador, atende a um pedido do município e do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional). “A melhor forma é passar para a Prefeitura e dar todas as condições financeiras e humanas pra que ela possa cuidar melhor do que nós estamos conseguindo fazer até agora”, afirma.

O Museu Nacional do Mar foi criado em 1993, e reúne um acervo guarda mais de 90 embarcações originais, vindas de todo o país e aproximadamente 150 miniaturas, que são verdadeiros tesouros da história marítima brasileira. A gestão do museu é compartilhada entre o Governo do Estado, FCC (Fundação Catarinense de Cultura) e Associação de Amigos do Museu. De acordo com o arquiteto do Iphan, Dalmo Vieira Filho, o museu possui uma grande importância para o patrimônio cultural do Brasil, então o Iphan endossa essa decisão.

Para ele, a municipalização se concretizar, um termo será elaborado pela Casa Civil e durante elaboração do documento de transferência, serão descritas as atividades competentes a todos estes órgãos. “É muito importante para requalificar o museu no caminho do qual ele nunca deveria ter saído e com o termo vamos restabelecer o sistema de parceria”, ressalta.

Esse processo deverá ser concluído em até dois meses, o objetivo, segundo a secretária da ADR (Agência de Desenvolvimento Regional), Simone Schramm é que à medida irá auxiliar na desburocratização dos recursos principalmente para a manutenção do museu. A bilheteria será a alternativa para este recurso. “Nosso principal objetivo era articular no governo uma forma de reverter os ingressos para a conservação do espaço e isso irá permitir uma melhor conservação do prédio e do próprio acervo”, afirma.

Estavam presentes na reunião além do governador, da secretária da ADR de Joinville e o representante do Iphan, o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Filipe Mello, o secretário da Casa Civil, Nelson Serpa e o navegador Amyr Klink.

Decisão feliz

O navegador Amyr Klink acredita que a municipalização foi uma decisão feliz, pois segundo ele, embora o espaço tenha passado por alguns problemas, ainda é considerado uma referência mundial. Além disso, ele afirma que a gestão será bem mais dinâmica, sendo feita por quem tem o conhecimento do funcionamento do museu. “Para São Chico o museu poderá ser uma alternativa interessante, um gerador de riqueza, ele já é um destino importante e pode amanhã operar uma marina própria”, comenta.

Entre as 18 salas do museu, está uma sala em homenagem ao navegador, que salvaguarda modelos navais, maquetes de barcos utilizados pelo navegador. “Estou terminando o restauro de um barco e quero muito levar ele de volta A casa dele é São Chico, assim que estiver definido esse novo caminho para o museu”, disse.

Por Suelen Soares

Fonte original da notícia: Notícias do Dia




Taquara (RS) – Secretaria da Cultura assina convênio para curadoria de acervo do Marsul


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O secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, assinou na tarde de quinta-feira (25) o convênio com a empresa Surya Projetos Ltda, representada por sua sócia-diretora, Clarice Ficagna, para curadoria, pesquisa e divulgação do acervo do Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul (Marsul) localizado no município de Taquara.

A empresa foi selecionada no edital 05/2015 da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), com aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para organizar e disponibilizar ao público o acervo do Museu.

A Surya Projetos atuará em parceria com o curso de Pós-graduação em Arqueologia da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS). O trabalho será de higienização, catalogação, inventário, organização, acondicionamento e conservação do acervo, deve ser seguido o modelo do catálogo e inventário criado e em uso atualmente no museu. O material estará disponível para pesquisa e também, com base neste acervo, serão organizados programas de educação patrimonial e exposições.

Fonte original da notícia: Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul




Rio de Janeiro – Restauro do Palácio Laranjeiras revela autor de pintura original


Teto do Salão Império tinha obra de autoria desconhecida.

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Foto: Shana Reis

O restauro do Palácio Laranjeiras, que se desenvolve desde 2012 com recursos da Petrobras e outras empresas, acabou por revelar a única autoria, entre as pinturas do acervo do palacete, que ainda era desconhecida de historiadores e público.

A assinatura do autor da marouflage (pintura em tecido) O Triunfo de Apolo, fixada no teto do Salão Império, de 155 metros quadrados, foi desvendada depois que os técnicos subiram andaimes para começar o trabalho de restauro da tela.

Durante o planejamento para a execução da obra, a equipe de conservação da Secretaria da Casa Civil, responsável pela supervisão dos trabalhos, consultou a literatura disponível (dois livros, um de 1982 e outro de 2008) e não encontrou a autoria do teto do Salão Império.

A assinatura de A. Karbowsky só foi conhecida depois que a equipe consultou o livro de encomendas da Maison Bettenfeld, empresa francesa contratada pela família Guinle para fazer a decoração dos interiores do palacete. Lá está o inventário das obras decorativas que revestem tetos, paredes e pisos do Laranjeiras. A confirmação veio quando os técnicos começaram as obras de restauro da pintura, e descortinaram a assinatura do artista na borda da tela, que estava esmaecida pelo tempo.

Visitação

O espaço será aberto à visitação pública, no primeiro trimestre de 2017. Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras do Palácio Laranjeiras: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa / CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.

Por Thaise Constancio

Fonte original da notícia: Governo do Rio de Janeiro




PE – MAC está em estado de abandono, constata auditoria do TCE


Relatório aponta a existência de vários problemas estruturais no museu. Danos colocam em risco visitantes, funcionários e obras do acervo.

Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco sofre com problemas estruturais. (Foto: Vanessa Bahé/G1)

Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco sofre com problemas estruturais. (Foto: Vanessa Bahé/G1)

Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC), constatou estado de abandono e identificou uma série de problemas no local, que funciona desde em 1966 em Olinda, no Grande Recife. Como resultado deste trabalho, o Núcleo de Engenharia do TCE produziu um relatório de dez páginas onde expõe a existência de problemas estruturais como rachaduras, ferragens expostas, vazamento e desprendimento do reboco, entre vários outros.

O MAC pertence ao governo de Pernambuco e é administrado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O equipamento está instalado no Sítio Histórico de Olinda, em um casarão datado de 1765, e abriga um dos mais importantes acervos de arte contemporânea das Américas, com mais de 4 mil obras de artistas como Cândido Portinari, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Burle Max, João Câmara, entre outros.

A gravidade da situação em que se encontra o MAC fez com que o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abrisse um inquérito civil para apurar os problemas, após denúncia de um dos artistas que possui obras expostas no museu. O artista Renato Valle alegou, em maio, que uma de suas obras teria sido danificada devido à má conservação do espaço.

A visita de inspeção do TCE aconteceu entre os dias 9 e 14 de junho, quando foi constatado o precário funcionamento do museu. Os técnicos encontraram sérios problemas estruturais no prédio tombado pela Unesco, que põem em risco o acervo, os funcionários e os turistas que frequentam o espaço.

O relatório também destaca as precárias condições do prédio da reserva técnica onde estão os trabalhos mais valiosos do museu. Há infiltrações e, segundo o documento, as obras correm risco de sofrer danos irreparáveis ou de serem furtadas. Em 2010, quando o museu estava em pleno funcionamento, uma das peças mais valiosas do acervo, o quadro Enterro (1959) de Cândido Portinari, avaliado em mais de R$ 1 milhão, foi roubado e encontrado 15 dias depois no Rio de Janeiro.

O trabalho dos técnicos faz parte do Processo de Auditoria Especial (Processo TC nº 1604513-0) referente ao primeiro monitoramento dos procedimentos de gestão do Patrimônio Cultural de Pernambuco, cuja relatora é a conselheira Teresa Duere. Ao ser informada da situação, Duere enviou um alerta de responsabilização à presidente da Fundarpe, Márcia Souto, cobrando a adoção imediata de providências. A conselheira solicitou também que o Ministério Público de Contas acione judicialmente os responsáveis pela degradação e abandono do patrimônio.

Entre as providências solicitadas estão: a documentação das medidas tomadas pela direção do museu para garantir a manutenção e o funcionamento do aparelho; e a cópia do projeto executivo de restauro do prédio do MAC, que teria recursos captados junto à Petrobras. O G1 tentou entrar em contato com representantes da Fundarpe, mas até o momento não obteve retorno.

Fonte original da notícia: G1 PE