Em Mariana (MG), igreja do século 18 é revitalizada; restauração durou mais de um ano

Forros, altares e imagens sacras foram restaurados na igreja de Mariana. Fotos: Samuel Consentino/Divulgação

Imagens centenárias, altares e forros da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, restaurados nos últimos 16 meses, serão apresentados para a população no próximo dia 25. A estrutura, construída no século 18, em Mariana, região Central de Minas, abrigará também o Museu Vieira Servas, após as obras de revitalização arquitetônica que ainda serão licitadas.

A revitalização do templo foi garantida com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento Cidades Históricas. Foi investido R$ 1,6 milhão na primeira fase, terminada agora.

“No decorrer do tempo, ocorreram vários danos nas pinturas e era de extrema urgência uma intervenção. Havia, inclusive, o risco de perdermos artes que remontam os anos de 1770. Mas conseguimos reverter o processo com resgate das pinturas e retirada dos cupins dos forros e altares”, explica o coordenador técnico do trabalho de restauro, Adriano Ramos.

A etapa das obras civis, que custará cerca de R$ 2 milhões, terá o processo licitatório anunciado no dia da inauguração das obras de arte revitalizadas.

Segundo a coordenadora do PAC Cidades Históricas de Mariana, Anna Grammont, o recurso já está assegurado e será liberado à medida em que as obras forem acontecendo. Mas ainda não há uma data prevista para isso.

Quando finalizadas as obras, a igreja manterá a característica religiosa mas será também um museu. O que a credita para isso é o fato de abrigar obras de dois nomes renomados na arte colonial religiosa mineira: Mestre Ataíde e Vieira Servas. Ainda não está definido se haverá necessidade de fechamento da igreja durante as obras do museu.

Por Tatiana Lagôa

Fonte original da notícia: Hoje em Dia




São Francisco do Sul (SC) – Mais de 800 documentos navais históricos são digitalizados

Acervo será lançado na internet em 9 de junho e reúne além de livros, plantas, cartas náuticas e manuscritos.

Documentos remontam ao período da colonização do País. Divulgação/Museu do Mar

Mais de 800 obras raras do patrimônio naval do País foram digitalizadas e serão disponibilizadas no lançamento do Portal Barcos do Brasil, marcado para o dia 9 de junho.

O objetivo do Portal é a disponibilização do acervo da Biblioteca Kelvin Duarte, que fica no Museu Nacional do Mar, ao maior número de pesquisadores possível, promovendo acessibilidade e tornando a biblioteca uma referência nacional no tema, a fim de atender estudantes, curiosos e especialistas.

O acervo disponibilizado no site reúne, além de livros, também plantas, cartas náuticas e manuscritos. Grande parte do acervo se constitui em uma reunião de exemplares fora de circulação do mercado livreiro, edições esgotadas e de conteúdo precioso, abordando assuntos que incluem história naval, modelismo, pesca, folclore, descrição de viagens, entre outros.

Os pesquisadores encontrarão no site publicações como Compendio del arte de navegar (Rodrigo de Zamorano, 1581) e Viagem do Paraguay ao Amazonas (Paulo Ehrenreich, 1853). Para facilitar o acesso ao usuário, as buscas das publicações poderão ser feitas segundo critérios de: comunidades e coleções; data do documento; autores; títulos; e assuntos.

O projeto foi financiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio de convênio com a Associação dos Amigos do Museu do Mar, e contou com parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Fundação Catarinense de Cultura.

Museu Nacional do Mar

O Museu Nacional do Mar de São Francisco do Sul (SC) conta com um acervo de obras raras disponível na Biblioteca Kelvin Duarte, composto por cerca de 3 mil documentos de variados tipos – cartas náuticas, plantas de embarcações, documentos sobre engenharia naval, documentos da marinha portuguesa da época da colonização brasileira, entre outros documentos históricos.

A Biblioteca leva o nome de um dos maiores conhecedores e estudiosos do modelismo naval brasileiro, Kelvin Duarte. O especialista dedicou sua vida ao estudo da construção de miniaturas náuticas, além de ter reunido livros nacionais e internacionais sobre o assunto de raro valor comercial e intelectual, adquiridos pelo Museu do Mar.

Fonte original da notícia: Portal Brasil




Estação férrea abandonada passa por reforma para virar museu em São Luiz Gonzaga (RS)

Estação abandonada há décadas tinha se tornado lar de moradores em situação de rua e alvo de vandalismo. Local será um memorial da Coluna Prestes a ser inaugurado em agosto.

Estação no ano passado, ainda durante período de abandono. (Foto: Reprodução/RBS TV)

Uma estação férrea desativada há 40 anos, localizada em São Luiz Gonzaga, no noroeste do Rio Grande do Sul, vai virar um museu previsto para inaugurar em agosto. O local tinha virado um verdadeiro transtorno para a população uma vez que servia como abrigo para moradores de rua e alvo de vandalismo.

A possibilidade de recuperação do espaço surgiu depois de uma parceria com o Ministério Público Federal. Em junho de 2016 a estação estava com as paredes pichadas, portas e janelas quebradas, entulho e muito lixo.

A Empresa América Latina Logística não cumpriu o acordo com o Ministério Público de reativar e manter as linhas na estação, e teve que pagar uma indenização de R$ 8 milhões. O valor foi dividido entre quatro municípios que possuem linhas férreas: Ijuí, Catuípe, Santo Ângelo e São Luiz Gonzaga.

Cada prefeitura aplicou o dinheiro da indenização em algum projeto, e no caso de São Luiz Gonzaga, os recursos foram usados para transformar a estação desativada em memorial da Coluna Prestes.

O entulho e o lixo foram retirados do local, o espaço passou por uma readequação estrutural nas portas e janelas, as telhas foram substituídas e foi instalada uma rede de água, bem como outras reformas.

Trabalhadores realizam reformas no prédio que deve ser inaugurado em agosto. (Foto: Reprodução/RBS TV)

Além do museu, o local deve abrigar ainda outros serviços voltados para a cultura e turismo, conforme a prefeitura da cidade. O local deve ser inaugurado em agosto.

Fonte original da notícia: G1 RS




Belo Horizonte (MG)- MAP está em estado de alerta

Em carta, funcionários do Museu de Arte da Pampulha denunciam descaso do poder público em relação ao espaço

Patrimônio de BH, museu sofre, segundo funcionários, com o abandono e a falta de incentivos do poder público.

Funcionários do Museu de Arte da Pampulha (MAP) divulgaram na última sexta-feira (5) uma carta aberta pedindo apoio para o espaço, que atualmente se encontra em “grave situação de negligência” e tem sofrido com “baixo recurso e falta de investimento”. Dentre as reivindicações presentes na chamada “Carta de Apoio ao Museu de Arte da Pampulha”, estão a denúncia de falta de profissionais, deterioração do acervo e redução na verba destinadas a projetos. A divulgação da carta ocorre no ano em que o MAP completa 60 anos.

Nessa terça (9), vereadores da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo, Pedro Patrus (PT) e Arnaldo Godoy (PT) realizaram uma visita técnica ao local para verificar as condições do acervo após as denúncias. De acordo com Patrus, a situação das obras é “aterrorizante”. “O acervo está jogado às traças. Há obras do museu que estão em um galpão do bairro São Bernardo. Esculturas fundamentais estão completamente deterioradas”, diz.

Situação complicada. Em determinado trecho da carta, os funcionários dizem que o projeto Arte Contemporânea, que tem calendário anual, “teve redução de mais de 50% em seu orçamento”. De acordo com uma funcionária do museu que pediu anonimato, o MAP vive “uma situação complicada há quatro anos”. “O orçamento vem sendo reduzido todos os anos. Por isso, não conseguimos executar as atividades”, diz.

Outra questão levantada no documento é que o espaço não possui curador efetivo desde 2012, nem museólogo desde 2014. “Não ter um curador efetivo é um problema grande, mas não ter um museólogo é um problema maior, porque, por lei, todos os museus precisam de um museólogo”, afirma a mesma funcionária.

Além disso, ela destaca que a deterioração do acervo é constante. “Ele está em um local que já é pequeno. Estamos sem ar-condicionado há mais de um ano. O acervo já está sofrendo com a ação de micro-organismos, algo que não acontecia até um ano atrás”, relata.

A carta destaca ainda que o museu recebeu grande visibilidade com a implantação dos projetos Bolsa Pampulha e Arte Contemporânea, em 2002, mas que ela foi se perdendo com o passar dos anos. De acordo com a funcionária, o espaço tem perdido a função de instituição museológica para dar lugar a promoção de eventos turísticos, como Circuito Pampulha Noturno, que ocorre às terças-feiras. “Quando foi dado o título à Pampulha de Patrimônio Cultural da Humanidade, foi visado a paisagem e o conjunto arquitetônico, mas não o museu. Essa instituição tem sido colocada de lado. Está sendo chamada a atenção apenas do turismo e eventos que não estão ligados à instituição”, comenta.

Posicionamento. O diretor do Conjunto Moderno Pampulha – órgão sob responsabilidade de Fundação Municipal de Cultura –, Gustavo Mendicine, foi procurado para se posicionar perante os questionamentos da carta. Ele confirmou que o espaço não tem curador fixo nem museólogo. Segundo ele, “os curadores trabalham por projeto”. “Existem outros museus que trabalham assim”, afirmou.

Mendicine disse ainda que não contar com um museólogo “não é particularidade do MAP”. “Na cidade, só existem dois museólogos. Não é porque não existe esse profissional que o trabalho dele deixa de ser feito”, afirma.

Quanto à condição em que se encontra o acervo, que tem sofrido deterioração por conta da falta de ar condicionado, Mendicine destacou que esse é um “problema pontual, que deve ser resolvido em um prazo de 30 dias”.

Ao ser questionado sobre a declaração de que a instituição está sendo deixada de lado, o diretor afirmou que isso não condiz com a realidade. “O museu está vivendo em um período entre exposições. Em março, foi retirada a última, e em um período de duas, três semanas deve ser anunciada outra”, diz.

As questões levantadas pelos vereadores que visitaram o MAP, nessa terça, serão levadas a público em audiência, que ocorrerá na próxima segunda-feira (15). Na reunião, também será discutida a possibilidade de mudança do acervo do Museu da Imagem e do Som, situado na avenida Álvares Cabral, para o MIS Cine Santa Tereza.

Por Laura Maria

Fonte original da notícia: O Tempo




Blumenau (SC) – Museu da Ecologia Fritz Muller será restaurado

Foto: Marcelo Martins.

O Conselho Municipal do Meio Ambiente aprovou, na tarde desta segunda-feira, dia 8, o projeto de contratação de um profissional para fazer a avaliação arquitetônica de restauração do Museu da Ecologia Fritz Muller, na Rua Itajaí, 2.195, no bairro Vorstadt. A iniciativa faz parte da comemoração ao nascimento do Dr. Fritz Muller, que completa 200 anos em 2021.

A proposta é deixar o local totalmente repaginado, desde a parte histórica, ecológica e turística, incluindo o jardim. Os valores para a restauração do local ainda estão sendo estimados. Segundo o presidente da Faema, Alexandre Baumgratz, os recursos serão provenientes do Fundo Municipal do Meio Ambiente, além da elaboração de ajustamento de conduta para a participação de outras empresas do município.

De acordo com Alexandre, assim que aprovado o projeto arquitetônico pelo conselho as obras de restauração do museu devem iniciar. Enquanto isso, será feita uma busca histórica sobre Fritz Muller em outros museus, como na Europa, por exemplo, além de universidades do país.

O Museu
Fundado em 1936, o museu é resultado da necessidade de manter viva a memória e o trabalho de Fritz Müller. Abriga itens como insetos, animais taxidermizados, animais conservados em meio líquido, fósseis, ossos, peles, minerais, além de pertences do biólogo e de sua família. O local é administrado Faema.

Por Joni César 

Fonte original da notícia: Portal da Prefeitura de Blumenau




Acervo de museu em Divinópolis (MG) é removido após interdição de imóvel

Peças foram transferidas para o Centro Administrativo como medida de proteção. Exposição ao público não ocorre devido a processo de inventário.

Equipe da Secretaria de Cultura acompanha situação de peças guardadas no Centro Administrativo. (Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação)

Equipe da Secretaria de Cultura acompanha situação de peças guardadas no Centro Administrativo. (Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação)

Após a interdição do prédio que abriga o Museu Histórico de Divinópolis devido a danos na estrutura, as peças que integram o acervo passam por um processo de salvaguarda – proteção concedida por autoridade ou instituição. De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, elas foram retiradas do prédio e estão em uma sala do Centro Administrativo. Um inventário sobre as obras está sendo elaborado. Por causa disso, o acesso pelo público foi suspenso.

A gerente municipal de Memória e Patrimônio, Thais Venuto, disse que a edificação onde funciona o museu começou a apresentar danos em 2014. “Mas as chuvas do início deste mês tornaram a situação mais preocupante. Isso levou o prédio a ser interditado pela Defesa Civil”, explicou.

Em nota, a Prefeitura comunicou que estuda uma possibilidade de parceria público-privada com uma arquiteta para revitalizar e requalificar o casarão histórico. “O museu passará por processo de revitalização e adequação de espaço, sem previsão de término, para expor o acervo”, disse o secretário de Cultura, Oswaldo André de Mello.

Danos estruturais no Museu Histórico de Divinópolis motivaram interdição pela Defesa Civil (Foto: Prefeitura/Divulgação)

Danos estruturais no Museu Histórico de Divinópolis motivaram interdição pela Defesa Civil (Foto: Prefeitura/Divulgação)

Construído em 1830, o prédio que abriga o Museu Histórico foi residência familiar em uma época em que Divinópolis era Arraial do Divino Espírito Santo. Tempos depois abrigou a primeira sala de cinema da cidade e foi posto de saúde, sede da cúria paroquial e do colégio seráfico. Abrigou ainda o convento dos frades franciscanos e a escola normal.

Em 1982, um movimento em defesa da preservação da construção recebeu apoio na Câmara Municipal. Foi tombado e restaurado em 1988.

Fonte original da notícia: G1 Centro-Oeste de Minas




Suspeitos invadem museu em Olinda (PE) e tentam levar obra de arte

De acordo com Polícia Militar de Pernambuco, ação ocorreu na manhã de sábado (8), no Museu de Arte Contemporânea (MAC), no Sítio Histórico da cidade.

mac

Museu de Arte Contemporânea fica em Olinda. (Foto: Divulgação)

A Polícia Militar de Pernambuco informou, no sábado (8), que três homens invadiram o Museu de Arte Contemporânea (MAC), no Sítio Histórico de Olinda, no Grande Recife, para tentar levar um quadro. Eles não encontraram a obra, que havia sido emprestada.

Como não conseguiram furtar o quadro, os suspeitos renderam os vigilantes e levaram as armas. A ação aconteceu por volta das 7h. Segundo a PM, os homens perguntaram aos funcionários onde estava o quadro. Diante da informação do empréstimo, fugiram em um veículo de cor prata.

Furto

Em julho de 2010, ocorreu um furto no museu. O quadro “Enterro”, de Cândido Portinari (1903-1962), foi levado do MAC. Pintada em 1959, a obra um óleo sobre madeira, tem 24,5 centímetros por 33,5 centímetros.

O quadro foi encontrado pela polícia e devolvido ao museu em agosto do mesmo ano. A pintura estava intacta. Os ladrões chegaram a fazer uma raspagem do registro do museu, que detém o quadro desde 1963.

As investigações foram realizadas pelos policiais de Pernambuco, em parceria com as Polícias Civil e Federal do Rio de Janeiro. Dois homens acabaram sendo presos na capital fluminense.

Avaliado entre R$ 800 mil e R$ 1,5 milhão, “Enterro” estava exposto no primeiro andar do MAC, um prédio do século 17, tombado pelo Patrimônio Histórico que tinha, na época, um acervo de cerca de quatro mil obras.

Fonte original da notícia: G1 PE




Tecnologia faz quadros da Pinacoteca de São Paulo conversarem com visitante

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Uma parceria entre a Pinacoteca de São Paulo e a IBM Brasil vai tornar as visitas ao museu mais interativas e personalizadas. O projeto “A Voz da Arte” usa o Watson e com um assistente cognitivo que responde perguntas sobre sete obras do acervo do local: Mestiço, de Cândido Portinari (1934); Saudade, de Almeida Junior (1899); Ventania, de Antonio Parreiras (1888); São Paulo, de Tarsila do Amaral (1924); O Porco, de Nelson Leirner (1967); Bananal, de Lasar Segall (1927); e Lindonéia, a Gioconda do subúrbio, de Rubens Gerchman (1966).

Assim que chegar, o visitante vai receber um smartphone com fones de ouvido e o app do projeto. Ao andar pelo museu, ele receberá notificações quando estiver perto das obras interativas e será estimulado a fazer perguntas sobre a obra mais próxima. As perguntas e respostas são feitas por voz e em português, mas deficientes auditivos podem participar via chat.

A visita guiada será aberta ao público a partir da próxima quarta-feira, 5.

Saiba mais

Fonte original da notícia: Olhar Digital




Cachoeira do Sul (RS) – HCB histórico na reta final

Proposta precisa ser apresentada para avaliação e aprovação.

Primeira bica pública e caixa d’água na Praça Itororó, próximo ao HCB.

Primeira bica pública e caixa d’água na Praça Itororó, próximo ao HCB.

O projeto arquitetônico para o restauro do sítio histórico do Hospital de Caridade e Beneficência está praticamente concluído pela organização da sociedade civil Defender – Defesa do Patrimônio Histórico. Conforme o presidente da Defender, Telmo Padilha, será agendado ainda um encontro do responsável técnico com a administração do HCB para avaliação das propostas.

Uma das hipóteses levantadas recentemente, revela Padilha, é a transformação do atual prédio da Escola de Saúde em um museu do HCB. Este prédio, tombado como patrimônio histórico do Município, foi inaugurado em 1908, sendo a primeira sede do hospital em Cachoeira. “Será feito um estudo de viabilidade. Caso isso seja possível, seria construído um prédio anexo para a escola”, comenta Padilha.

Etapas

A revitalização do sítio histórico envolve ainda outros imóveis – como a primeira bica de Cachoeira do Sul e a primeira caixa d’água – estruturas que ficam no estacionamento do hospital, onde ficava a Praça Itororó. Segundo informa a assessora da Defender, Silvana Losekann, uma das ideias que será apresentada ao HCB é que os projetos de revitalização sejam apresentados por etapas, para que o custo do projeto não fique tão alto para um futuro patrocinador.

Importante

A proposta técnica de revitalização do HCB custou R$ 244 mil e foi custeada pela Corsan porque o sítio histórico envolve as primeiras caixas d’água e hidráulica da Corsan no município, as duas situadas na Praça Itororó. A Defender foi contratada pela Corsan para elaborar o projeto de revitalização do sítio histórico e entregou, sem custos para a estatal, o projeto executivo de restauração do Chatodô.

Atenção
Para custear a obra, a Defender deve apresentar um projeto ao Ministério da Cultura para obter aprovação através da Lei Rouanet. Se aprovado, a próxima fase é a busca de recursos junto a empresas, que podem descontar do Imposto de Renda a pagar os valores para custeio da restauração.

Uma pergunta

Por que restaurar o sítio histórico do HCB?

Não há nenhuma entidade com maior apelo comunitário em Cachoeira do Sul desde sua concepção do que o Hospital de Caridade e Beneficência. O imóvel que fica em frente à casa de saúde foi sua primeira sede e é tombado pelo Município como patrimônio histórico. Toda a construção do HCB, segundo registros históricos, teve a participação e envolvimento da comunidade cachoeirense, seja na doação de recursos para a obra ou até mesmo de material ou serviços. O sítio histórico compreende ainda a primeira bica pública de Cachoeira do Sul, onde os cidadãos iam buscar água, além da primeira caixa d’água, que abastecia toda a zona baixa do município antigamente.

Por Vinícius Severo

Fonte original da notícia: Jornal do Povo




Moeda de ouro de 100 quilos é roubada de museu em Berlim

Chamada de ‘Big Maple Leaf’, peça comemorativa canadense tem valor nominal de US$ 1 milhão e está no ‘Livro Guinness dos Recordes’ por sua inigualável pureza do ouro. Polícia acredita que ladrões usaram escada para acessar prédio.

Moeda de 100 quilos de ouro puríssimo foi roubada de museu alemão. (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

Moeda de 100 quilos de ouro puríssimo foi roubada de museu alemão. (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

Uma moeda única foi roubada do Museu Bode em Berlim. Segundo a polícia alemã, ladrões roubaram a moeda de ouro de 100 quilos e com um valor nominal de US$ 1 milhão na madrugada desta segunda-feira (27/03). Porém, o valor de mercado do item é estimado em US$ 4 milhões.

A moeda em questão é a chamada “Big Maple Leaf”, uma peça comemorativa emitida pela Royal Canadian Mint em 2007. Assim como todas as moedas canadenses, a “Big Maple Leaf” traz o retrato da rainha Elizabeth 2ª do Reino Unido.

Com 53 centímetros de diâmetro e três centímetros de espessura, a moeda entrou no Livro Guinness dos Recordes por sua inigualável pureza de 999,99/1000 de ouro.

A polícia alemã divulgou via Twitter que os ladrões provavelmente usaram uma escada para entrar no museu por volta das 3h30 (horário local). A escada provavelmente foi usada para acessar o edifício a partir dos trilhos de bonde vizinhos ao local.

“Com base nas informações que temos, acreditamos que o ladrão, talvez ladrões, quebrou uma janela no fundo do museu próxima aos trilhos”, disse o porta-voz da polícia berlinense, Winfrid Wenzel. “Eles então conseguiram entrar no edifício e foram para a exposição de moedas.”

Porém, a polícia não explicou como os ladrões conseguiram evitar os alarmes e deixar o local despercebidos enquanto carregavam a peça pesada.

“A moeda estava dentro de uma caixa de vidro à prova de balas. Isso é tudo o que posso dizer”, concluiu Wenzel. O serviço ferroviário urbano foi interrompido para que investigadores pudessem inspecionar a área por pistas.

Em exibição no museu Bode desde 2010, a moeda faz parte da coleção Münzkabinett, o mais importante arquivo de moedas de Berlim, que inclui mais de 540 mil objetos. Entre outros, o museu Bode possui 102 mil moedas da Grécia Antiga e cerca de 50 mil romanas. O museu fica localizado na chamada Ilha dos Museus.

Por Deutsche Welle

Fonte original da notícia: G1