Museu no RJ ganha da Presidência da República cartas originais escritas por D. Pedro II a Czar Russo

Ministro da Cultura, Presidente do Ibram e chefe de gabinete da Secretaria Geral da República fizeram a doação nesta segunda-feira (4) em Petrópolis.

Maurício Vicente Ferreira Júnior assina o Termo de Cessão das cartas escritas por D. Pedro II. Foto: Paula Rangel | Museu Imperial

O Museu Imperial em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, recebeu na tarde desta segunda-feira (4) cinco cartas originais escritas por D. Pedro II ao Czar da Rússia Alexandre II. Os documentos foram entregues ao diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior, pelo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão; o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araújo; e pelo chefe de gabinete da Secretaria Geral da República, Antônio Lessa.

O presidente Michel Temer recebeu os documentos do presidente da Rússia Vladimir Putin em junho deste ano. Desde então, o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior, manifestou o interesse em agregar o material ao acervo de cerca de 250 mil documentos da Instituição.

Segundo Antônio Lessa, as cartas foram doadas por meio de um Termo de Cessão Permanente e trazidas de Brasília no sábado (2), quando foram deixadas no Cofre do Distrito Naval no Rio. Nesta segunda (4), as correspondências foram entregues ao chefe de gabinete no Museu de Belas Artes no Rio e levadas sob escolta militar para Petrópolis.

“Estas cartas foram compradas pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um leilão em Nova York e desde quando o presidente Michel Temer as recebeu, manifestou o interesse de doá-las a um Museu. Foi então que ele pediu a indicação do Ibram, que sugeriu o Museu Imperial”, disse Antônio Lessa.

Para Marcelo Araújo do Ibram, o fato de a Instituição ser voltada para a preservação do período do Império fez com que fosse a indicada para receber a documentação.

“São cartas originais que vão enriquecer o arquivo. Entre os museus federais consideramos que este era o mais adequado para receber esta documentação”, disse o presidente do Ibram.

Já o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, informou que também foi considerada a representatividade que o Museu Imperial possui, uma vez que é um dos mais visitados do país. Ele mencionou ainda o fato de a instituição estar preservada e em plena condição de funcionamento.

“Estas cartas têm valor histórico e documental que tem a ver com o acervo do Museu, que é o lugar onde as pessoas esperam encontrar as coisas que pertenciam a D. Pedro II. A ideia é que estes documentos, que serão digitalizados, inspirem uma exposição sobre o tema”, disse o Ministro.

A deputada federal Cristiane Brasil também participou da solenidade de entrega e reforçou que o Museu Imperial é o lugar ideal para cuidar dessa documentação.

Segundo o diretor do Museu, Maurício Vicente Ferreira Júnior, as cartas também servirão como objeto de pesquisa dos técnicos da instituição, que recebe cerca de 400 mil pessoas por ano.

Por Aline Rickly

Fonte original da notícia: G1 Petrópolis




Porto Alegre (RS) – Museu/UFRGS oferece o curso “Cultura e Acessibilidade: pesquisa, formação e produção”

Nos dias 11 e 12 de setembro (segunda e terça-feira), a partir das 14h30, no Museu da UFRGS (Av. Osvaldo Aranha, 277 – Campus Centro – Porto Alegre), acontece o curso “Cultura e Acessibilidade: pesquisa, formação e produção”. A atividade que é organizada pelo Museu/UFRGS e pelo Grupo Interdisciplinar Pró-Cultura Acessível (PROREXT/UFRGS), tem como objetivo refletir sobre a temática da acessibilidade em ambientes culturais para promoção da inclusão de pessoas com deficiência. Dentre os temas abordados, a programação do evento inclui debate sobre políticas públicas para acessibilidade cultural, formação em acessibilidade cultural, comunicação multissensorial em museus, publicações multissensoriais e teatro e audiodescrição.

O curso é gratuito, tem entrada franca e vagas limitadas. Para inscrições clique aqui.

Para servidores técnicos e docentes da UFRGS, o evento pode contar como progressão por capacitação e as inscrições devem ser realizadas pelo site da EDUFRGS.

Mais informações e programação completa: https://goo.gl/YTpV2Q

Fonte original da notícia: UFRGS




Fórum Setorial debateu a implantação de um museu em Campo Bom (RS)

Foto: Divulgação/Internet

O Fórum Setorial de Patrimônio Histórico e Cultural de Campo Bom promoveu mais um encontro aberto para a comunidade, com o intuito de discutir a implantação de um museu no município. A atividade ocorreu no dia 23 de agosto, nas dependências do Clube 15 de Novembro.

O atual presidente do Fórum Setorial e também do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural, Arquiteto Jorge Luís Stocker Júnior, iniciou as atividades apresentando as ações já desenvolvidas anteriormente pelo grupo e também a proposta do encontro.

Na sequência, os presentes apreciaram a palestra do convidado especial, o professor e doutor em História Daniel Gevehr. Na sua abordagem, o professor alertou para a necessidade de contemplar os diferentes recortes étnicos e sociais da comunidade, para que todos se reconheçam e se conectem com a história do município dentro do museu.

A Associação Pró Memória apresentou, por fim, o histórico de suas atividades, com as manifestações de Renilda Gerhardt e do historiador Roberto Atkinson, o atual presidente. O acervo histórico reunido pela Associação é riquíssimo e traz inúmeras possibilidades para o futuro museu. O Fórum iniciou, por fim, a debater possíveis encaminhamentos para o tema, com destaque para a necessidade de ampliar os debates a respeito da proposta do futuro museu.

Sobre o Fórum

O Fórum Setorial de Patrimônio Histórico e Cultural de Campo Bom é uma instância de caráter permanente, consultiva e propositiva, composto por pessoas físicas e jurídicas atuantes no setor do patrimônio cultural no município. Tem como competência debater, formular, monitorar, fiscalizar e propor políticas públicas relacionadas ao setor do Patrimônio Histórico e Cultural no município de Campo Bom. Também tem atribuição de nomear suas representações no Conselho Municipal de Políticas Culturais, no Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural e auxiliar na construção do Plano Municipal de Cultura.

Fonte original da notícia: Tudo Online – Campo Bom




Visitantes de museu em Belo Horizonte (MG) podem se divertir montando maquetes

Reprodução Facebook/Divulgação

O Museu de Artes e Ofícios (MAO), localizado na Praça da Estação, no Centro da capital, está promovendo o projeto “Conhecer para Cuidar”. A ação busca despertar o interesse da população pela memória e o cuidado com o patrimônio histórico e cultural brasileiro.

Os visitantes quem forem ao museu durante o projeto, além da visita, vão poder levar para casa uma maquete em paper-toy do MAO.  As maquetes são em miniaturas de papel e têm três dimensões. A miniatura é montada por grupos de visitantes durante as oficinas do projeto.

Para participar, os visitantes precisam se inscrever no site do museu. O projeto vai até o dia 12 de agosto, com exceção aos dias 06 e 07, quando o museu não abre. A visita e montagem da miniatura duram em torno de 2 horas, podendo se estender.

As oficinas são abertas ao público geral, a partir dos 08 anos de idade. Os participantes visitam o Museu e em seguida realizam uma oficina lúdica para montagem das maquetes do prédio do MAO. No local, as maquetes são montadas por grupos de 10 visitantes. Entretanto, cada um dos participantes leva pra casa um kit para fazer a própria miniatura.

Serviço

Quando? de 1 a 12 de agosto, exceto 6 e 7 (domingo e segunda-feira).

Quanto? Gratuito

Horários? De terça a Sexta: de 08h30 às 11h30 ou 13h30 às 16h30 / Sábados: de 09h30 às 12h00 ou de 14h00 às 16h30

Classificação? A partir de 8 anos

Onde? Museu de Artes e Ofícios – Praça Rui Barbosa, 600, Centro

Faça a inscrição clicando aqui. Mais informações pelos telefones: 32488621 / 32488614, ou pelo evento no Facebook.

Fonte original da notícia: BHAZ




Primeira casa projetada por Gaudí abrirá como museu em Barcelona

Em processo de restauração, a Casa Vicens funcionará como um museu em Barcelona; veja fotos da fachada – que está toda restaurada – e do interior do prédio.

Detalhe da fachada colorida da Casa Vicens, que abrirá ao público no próximo outono europeu. Pol Viladoms/Divulgação

Barcelona não seria tão única sem os ferros retorcidos, os mosaicos loucamente coloridos e as formas insólitas criadas pelo arquiteto Antoni Gaudí (1852-1926).

Caminhando pela cidade, é possível acompanhar a evolução do estilo daquele que foi o mais radical dos modernistas catalães através de várias construções até chegar à Sagrada Família, sua obra-prima inacabada.

Faltava a pecinha inicial. Escondida em uma rua pouco transitada do bairro de Gràcia, a Casa Vicens, primeira residência construída pelo criador da La Pedrera e da Casa Batlló, abrirá as portas no próximo outono europeu (ainda sem data marcada).

O edifício foi construído entre 1883 e 1885 para servir como casa de veraneio do corretor de câmbio e operador da bolsa Manuel Vicens i Montaner (1836-1895).

Mudou de mãos em 1899 e, mais tarde, a casa foi ampliada e dividida em alguns apartamentos. Até ser comprada pelo banco privado MoraBanc, do Principado de Andorra, serviu como residência – nada mal.

Aos 31 anos, o jovem Gaudí começou a mostrar a que vinha. Ao projetar o edifício, criou formas geométricas complexas, com um rico jogo de luzes e sombras e uma combinação de cores e texturas que se aproximam do estilo mudéjar (versão ibérica da arquitetura árabe).

Rompendo com as convenções tradicionais catalãs vigentes naquele momento, o edifício é considerado uma das primeiras grandes obras modernistas da cidade.

Para transformar-se em um centro cultural aberto ao público, a Casa Vicens está passando por um minucioso processo de restauração desde 2015. A previsão é que inaugure até o mês de novembro.

Passei por lá na última quinta-feira (3) e as obras estão a todo vapor em pleno mês de agosto (o tradicional mês de férias). Mas a fachada ainda está coberta, há um guindaste em ação e a impressão é a de que ainda temos muito chão pela frente.

Quando o museu estiver pronto, será o oitavo monumento declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO aberto ao público em Barcelona, seguindo os passos da Sagrada Familia, da Casa Batlló, da La Pedrera, do Park Güell, do Palau Güell, do Palau de la Música Catalana e do Hospital Sant Pau.

Ao visitar a Casa Vicens, aproveite para conhecer outras casas modernistas espalhadas pelo bairro de Grácias, como a Casa Gustà, a Casa Elisa Bremon d’Espina e a casa Francesc Cama. Veja mais detalhes neste link.

Por Adriana Setti

Fonte original da notícia: Revista Viagem




Recife (PE) – Palácio Joaquim Nabuco se despede das atividades parlamentares para se tornar museu

Prédio sedia a Assembleia Legislativa do Estado há 142 anos. Ele fica fechado a partir da terça (1º), mas ainda não há data para início da reforma, que pode custar até R$ 18 milhões.

Reprodução/Internet

Há 142 anos funcionando como a casa da Assembleia Legislativa do Estado (Alepe), o Palácio Joaquim Nabuco fecha, definitivamente, as suas portas para as atividades parlamentares a partir da terça-feira (1º). Com a inauguração de um novo prédio para sediar os debates dos deputados, o palácio passará por uma reforma para se transformar no Museu Legislativo do Estado.

De acordo com o presidente da Alepe, o deputado Guilherme Uchoa, o orçamento para recuperação do prédio está submetido à primeira secretaria da casa parlamentar, um valor que pode chegar a R$ 18 milhões. Ainda segundo o presidente, o recurso pode ser captado pela Lei Rouanet, que permite o financiamento de empresas para atividades culturais, mas ainda não há data para início da reforma.

Localizado na Rua da Aurora, área central do Recife, a construção neoclássica do século 19 se destaca pela beleza. De coloração azulada, ele ostenta esculturas e uma abóbada dourada. Com duas pequenas galerias, ele é tombado pelo Patrimônio Histórico e pelo Instituto Brasileiro de Museus.

“Todos os elementos como arquitetura, entalhes do mobiliário e documentos históricos passam a ser incorporados ao museu e tombados também. Eu acho que é mais um símbolo turístico que se incorpora à cidade do Recife”, pontua a superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico do Legislativo, Cíntia Barreto.

Auditório com 142 lugares é um dos destaques do novo prédio da Alepe, no Recife. Foto: Reprodução/TV Globo

O novo local, que recebe as atividades legislativas a partir da terça-feira (1º), fica localizado na Rua da União. Além de contar com uma arquitetura moderna, tem auditório para 142 lugares, três pequenos plenários para comissões parlamentares e o plenário principal Eduardo Henrique Aciolly Campos para reuniões, solenidades, audiências públicas especiais e votações. O painel também passa a ser eletrônico, possibilitando a votação digital.

“Tudo foi feito com recurso próprio. Aqui não tem, sequer, uma suplementação orçamentária do Executivo. Tudo foi feito com as economias da Casa. Ele tem capacidade para essa Assembleia do futuro chegar a 90 deputados. Então, essa é uma obra de perspectiva de crescimento. Nós estamos pensando no Pernambuco de amanhã”, finaliza Uchoa.

Fonte original da notícia: G1 PE




Presidência da República decide doar cartas originais escritas por Dom Pedro II a museu indicado pelo Ibram

Direção do Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), já havia manifestado interesse pelas cartas e solicitou a intervenção do Ibram depois que o presidente Temer recebeu os documentos históricos do presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Museu Imperial tem mais de 250 mil documentos em seu acervo, sendo milhares de cartas de D. Pedro II. Foto: Divulgação | Museu Imperial/Ibram

A Presidência da República, por meio do Departamento de Obras de Arte, encaminhou nesta quarta-feira (12) um ofício ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), solicitando a indicação do museu mais adequado para receber as cinco cartas originais escritas pelo Imperador D. Pedro II ao ao Czar Russo Alexandre II. Os documentos foram entregues a Temer, em junho, pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.

O diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior, já havia manifestado interesse pelas cartas e solicitou, ainda em junho, o apoio do presidente do Ibram, Marcelo Araujo. O Ibram chegou a encaminhar um e-mail à Presidência da República, pedindo que o Arquivo Histórico do Museu Imperial seja o destino das cartas que foram escritas pelo Imperador.

Nesta quarta, o Ibram informou ao G1 que ainda aguarda posicionamento por parte da Presidência da República sobre a doação das cartas e que, por enquanto, não é possível afirmar nada sobre o destino desse material.

O Museu Imperial, também conhecido como a casa de verão de D. Pedro II, guarda em seu acervo mais de 250 mil documentos e, segundo Maurício, milhares de correspondências de D. Pedro II com Chefes de Estado do mundo inteiro. As cartas foram escritas em diversas línguas, como português, francês e italiano. Para Maruício, a instituição é a mais adequada para receber estas cartas originais de D. Pedro II escritas ao Czar Russo.

Além disso, o Museu Imperial também preserva as 44 cadernetas do Imperador, onde ele escrevia sobre suas viagens pelo Brasil e ao exterior. Segundo Maurício, a documentação relativa às viagens de D. Pedro II pelo Brasil e pelo mundo, recebeu em 2013, o reconhecimento da UNESCO com a inscrição no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo, que tem status de Patrimônio Documental da Humanidade.

Por Aline Rickly

Fonte original da notícia: G1 Petrópolis




Fortaleza de São José, no AP, recebe reforma e restauração com custo de R$ 3 milhões

Revitalização não afetará visitas ao museu, segundo a gerência. Previsão é que obra seja finalizada até dezembro.

Museu Fortaleza São José de Macapá recebe reforma e restauração; previsão é que obra seja finalizada em dezembro. Foto: Fabiana Figueiredo/G1

O Museu Fortaleza São José de Macapá está passando por uma reforma e restauração com custo orçado em R$ 3 milhões. A revitalização, que deve ser finalizada até dezembro, acontece nos espaços externos e internos do monumento que é símbolo turístico do Amapá. Segundo a gerência do museu, a obra não interditará totalmente o prédio para visitas.

“As visitas internas vão continuar normalmente. A obra começou na área externa. Os espaços que passarão por reforma dentro da fortaleza ficarão interditados, mas não vai fechar para visitação”, informou o gerente da Fortaleza, Valdeci Bonfim.

Julho é o mês que o museu recebe mais visitantes durante o ano, de acordo com o gerente. A expectativa é que, mesmo com a obra, em torno de 12 mil pessoas entrem e conheçam os espaços da Fortaleza durante as férias.

Fortaleza de São José de Macapá tem 30 mil metros quadrados. Foto: Abinoan Santiago/Arquivo G1

Toda a intervenção não vai alterar a estrutura do patrimônio, informou a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf). A obra iniciou pela rede elétrica do entorno da edificação, com manutenção da fiação e troca de transformadores. Os trabalhos externos também contarão com reforma do parque, revitalização dos banheiros e recuperação dos espelhos d’água.

Na área interna, as casamatas, que sofrem com infiltrações, serão restauradas, sob responsabilidade de um engenheiro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As estruturas de madeira deterioradas serão trocadas.

De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), a obra é uma forma de cuidar do forte que é importante ponto turístico do estado, assim como é uma das estratégias para que o Museu Fortaleza seja reconhecido como patrimônio mundial em um concurso da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

“Além do resgate da historicidade do Estado, a obra da Fortaleza São José dará a visibilidade necessária para que o monumento seja reconhecido mundialmente”, comentou o secretário de Cultura, Dilson Borges.

Por Fabiana Figueiredo

Fonte original da notícia: G1 AP




Fundo estadual vai financiar a elaboração de projeto para recuperar prédio histórico de Ponta Porã (MS)

O Castelinho foi construído em meados da década de 1920. O projeto executivo é o primeiro passo para as obras de restauração do prédio que vão transformá-lo em um museu.

Funles vai financiar o projeto executivo da restauração do Castelinho de Ponta Porã. Foto: Reprodução/TV Morena

O Conselho Gestor do Fundo de Defesa e Reparação de Interesses Difusos e Lesados (Funles) vai destinar R$ 257 mil para custear a elaboração do projeto executivo de restauração do prédio histórico do Castelinho, em Ponta Porã, a 326 quilômetros de Campo Grande.

O projeto executivo é o primeiro passo para as obras de restauração do prédio que vão transformá-lo em um museu para guardar a história da fronteira.

“O Conselho entendeu que era salutar, tem mérito dada a importância para o patrimônio histórico do Estado, e aprovou o aporte desses recursos para elaborar o projeto”, disse o secretário Jaime Verruck, da Semagro, que preside o conselho.

O prédio

O Castelinho foi construído em meados da década de 1920, conforme registros fotográficos de então, custeado pela companhia Matte Laranjeira, a poderosa empresa que era proprietária de praticamente toda região de fronteira com o Paraguai.

Em estilo europeu, seguia a linha dos prédios públicos do Brasil Império e tinha a pretensão de simbolizar o poder com sua arquitetura imponente para a época e o lugar. Era a base governamental na fronteira e mais virou sede do Território Federal de Ponta Porã, criado no governo de Getúlio Vargas.

Findo o Território Federal, abrigou a cadeia pública e depois a Polícia Militar até ser abandonado no início dos anos 1990. Foi tombado como Patrimônio Histórico Municipal e Estadual e a partir daí iniciou-se um movimento cobrando sua restauração.

Fonte original da notícia: G1 MS




Montevidéu ganha museu em homenagem a Carlos Gardel

Ao final da década de 20, Carlos Gardel frequentava a Villa Yeruá, propriedade de Francisco Maschio, treinador de cavalos puro sangue. Foto: Divulgação

A cidade de Montevidéu ganhou um museu em homenagem ao cantor de tango, Carlos Gardel, no local onde o artista costumava veranear e passar os aniversários, chamada de Villa Yeruá de la Rambla y Rimac, construído na década de 1920. A reinauguração do novo patrimônio cultural aconteceu no último dia 24 de junho, data que propositalmente coincidiu com o 82º aniversário de morte do cantor, falecido em 1935 num acidente de avião em Medellín, na Colômbia.

Localizado em Malvín, tradicional bairro da capital uruguaia, o imóvel abriga dois museus, sendo um do cantor, além da nova sede da Associação Uruguaia de Proprietários de Cavalos de Corrida (APC), responsável pelo restauro de valor superior a US$ 160 mil.

A estrutura da pequena vila conta com objetos, documentos e fotos do cantor inserindo o visitante no contexto histórico. No segundo andar da casa estão os troféus, a jaqueta da última corrida de Leguisamo e a capa do cavalo “Invasor”, considerado o melhor cavalo de corrida do mundo, além dos móveis e objetos originais da época.

Serviço:

Museu Villa Yeruá de la Rambla y Rimac
Endereço: Calle Rimac, 1600, Malvín Leste. Montevídeo – Uruguai
Funciona de terça à sábado – das 10h às 17h e domingo de 12h às 18h.
Entrada gratuita

Por Leonardo Neves

Fonte original da notícia: Mercado & Eventos