Viver o Arquivo Público de Olinda (PE) é viajar nos encantos do tempo

Acervo conta, entre outras obras, com 70 mil fotografias e um documento de 1537.

Quando a reportagem chegou ao Arquivo Público Municipal de Olinda Antonino Guimarães estavam reunidos homens e uma mulher conversando em volta de uma mesa no térreo do prédio, que funciona na Rua de São Bento, no Sítio Histórico. O repórter foi se aproximando, ouvindo a conversa e a emoção se fez presente em um lugar tão rico de passado. Se a pauta era sobre o grande acervo material guardado ali, como 70 mil fotografias ou um documento de 1537, a preciosa memória dessas pessoas também mostrou ser um registro importante. Sabem como ninguém o quão fundamental é conhecer o ontem para a preservação do hoje, e o planejamento do futuro.

A Lei para o funcionamento da instituição é de 1975. Tratando-se de uma cidade histórica, caminhar pelas salas e andares do prédio é (re)descobrir um legado que vem de longe. O Foral, de 1537, é uma espécie de certidão de nascimento de Olinda e do surgimento do Brasil. Assim explicaram com toda atenção os funcionários do local: Aneide Santana e Alexandre Dias. Os dois, juntos com Flávio Santana, são servidores efetivos e cuidam de toda essa riqueza.

Naquela mesa do início da matéria, estavam com eles pessoas que se orgulham em se identificar como “Amigos do Arquivo”, amantes de Olinda. Como um dos maiores, se não o maior, conhecedor da história do nosso Carnaval, José Ataíde; o arquiteto Plínio Vítor; e o contador Joacir Lins. A dica, quando for lá, é parar e conversar com eles sobre a cidade. Escutar o que viveram e ouviram falar.

É comum encontrá-los reunidos, ou pelo menos um dos amigos, durante o horário de funcionamento, das 7h30 às 13h30, de segunda a sexta. O telefone é o (81) 3305-1150. A instituição recebe estudantes, pesquisadores ou outros interessados que buscam conhecer a cidade que é Patrimônio da Humanidade, concedido pela Unesco em 1982. Este título inclusive, explica Aneide, está intimamente ligado ao surgimento e estruturação do Arquivo. “Foi preciso realizar um trabalho difícil de levantar uma série de documentos para que a cidade fosse reconhecida”, afirmou.

Ele começou a funcionar com a atual estrutura, na casa da antiga residência da família Coelho Leal, na Rua de São Bento, em 1996. No que é considerada uma segunda fase importante. Até então, o Palácio dos Governadores era a sede do Arquivo. Já partindo das novas instalações, foram realizadas incursões em várias cidades do Brasil, sobretudo Rio de Janeiro, e do mundo em busca do material que hoje pode ser conferido em Olinda. Só em Portugal, o trabalho durou de 1996 até 2002.

Entrar no Antonino Guimarães, nome dado em homenagem ao líder comunista, é viajar no tempo com Duarte Coelho e as Capitanias Hereditárias, de 1537; conhecer o surgimento da Vila que nos deu origem; a invasão dos holandeses, pesquisar roupas, costumes de diferentes épocas. Assim como casarios históricos, ruas com traçados antigos. A vida que se tornou patrimônio e fez a Marim dos Caetés conhecida no mundo todo.

Além das fotografias; linha de impressos; hemeroteca; plantas, registrando construções centenárias; o espaço conta com biblioteca e área para estudos. Fora um jardim florido na entrada, que entrega a cada visitante um sopro de ar fresco como passaporte de uma instigante viagem no tempo.

Fonte original da notícia: Portal da Prefeitura Municipal de Olinda




Olinda (PE) – MPPE recomenda cuidados com os Chalés do Carmo

Dentro do Sítio Histórico de Olinda, edificações do século 19 estão em poderão receber reparos em breve.

Chalés do Carmo, no Sítio Histórico de Olinda. Foto: Arthur de Souza / Folha de Pernambuco

Construídos à beira-mar como prováveis moradias de veraneio para uso da família proprietária, os Chalés do Carmo, localizados na Avenida Sigismundo Gonçalves, fazem parte da história de Olinda. Quatro edificações coloridas, datadas do século 19, mas que estão entregues ao acaso. Nesta semana, as ações envolvendo as edificações, hoje nas mãos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ganharam um novo desdobramento. A promotora de Meio Ambiente, Patrimônio Histórico, Habitação e Urbanismo de Olinda, Belize Câmara, recomendou que obras emergenciais deverão ser feitas de imediato para a conservação dos imóveis.

Entre as recomendações feitas pelo Ministério Público estão o início imediato do reparo das edificações, bem como o exercício de vigilância no local. Antes destinados como herança, os chalés possuem hoje uma situação crítica. Há risco de desabamento e desprendimento de material construtivo por conta do fluxo de veículos na avenida.

Por Mário Fontes 

Fonte original da notícia: Folha de Pernambuco




Sirinhaém (PE) – Área do antigo Engenho Trapiche dá lugar a Reserva Particular de Patrimônio Natural

Com isso, sobe para 15 o número de RPPNs reconhecidas oficialmente pela CPRH.

Para especialistas, reconhecimento do local como unidade protegida reforça a conservação dos manguezais lá existentes. Foto: CPRH /Divulgação

Pernambuco passa a contar agora com mais uma extensa área de manguezal legalmente protegida: a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Trapiche, situada no município de Sirinhaém, Litoral Sul do Estado, a 76 km do Recife. A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) autorizou, por meio da Portaria nº 18/2018, a criação da nova unidade de conservação, que ocupa uma área de 767 hectares do total de 2,2 mil hectares do antigo Engenho Trapiche, no município.

Com isso, sobe para 15 o número de RPPNs reconhecidas oficialmente pela CPRH, sendo a Reserva Trapiche a segunda unidade de conservação de mangue. A primeira criada foi a Fazenda Tabatinga, na cidade de Goiana (Grande Recife), que, junto à nova área, somam cerca de 790 campos de futebol de mangue protegidos – um verdadeiro gol a favor da proteção desse ecossistema costeiro reconhecido como Área de Preservação Permanente (APP) pelo código florestal, no entanto, ameaçado.

Na avaliação do oceanógrafo e professor de biologia da Universidade de Pernambuco (UPE) Clemente Coelho, reconhecer a área como unidade protegida reforça a conservação dos manguezais que lá existem, ao mesmo tempo que salvaguarda toda uma fauna que depende do bioma para se reproduzirem, uma vez que os manguezais são berçários naturais para várias espécies. “E, como as reservas particulares são criadas a partir da decisão voluntária de proprietários de terras, garante-se que as regras de proteção efetivamente sejam cumpridas”, analisa. Com o reconhecimento da área como uma Reserva Particular, promove-se a divulgação na região, advertindo por meio de placas a proibição de desmatamento, queimadas e caças.

De acordo com o diretor-presidente da CPRH, Eduardo Elvino, esse reforço na proteção, inclusive, beneficia comunidades pesqueiras do entorno. “Ao se ter uma RPPN, definem-se regramentos que garantem a sobrevivência e proteção de uma porção de mata. Mangue conservado é ter peixe perenemente, ou seja, manutenção da fonte de renda de pescadores artesanais que usam essa área”, afirma. Por lá ocorrem os chamados peixes vermelhos, de alto valor comercial – como cioba, camurim e ariacó -, além de crustáceos típicos da vegetação: caranguejo-uçá, guaiamum e aratu. Só de mangue são quatro as espécies que compõem a flora local: Laguncularia racemosa, conhecido como mangue-manso ou mangue bravo; Rhizophora mangle, chamado mangue-vermelho ou mangue gaiteiro; e Avicennia schaueriana e Avicennia germinans, geralmente chamados canoé ou siriúba.

Vantagens
Além dos benefícios para o meio ambiente, a criação de uma RPPN também traz vantagens para os proprietários da área, como a concessão de recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), crédito agrícola pelas instituições oficiais de crédito; isenção de imposto territorial rural; iniciativa de implantação de atividades ecoturísticas, como trilhas, tirolesa e rapel; e permissão de pesquisas acadêmicas nos trechos de floresta a fim de dar publicidade às descobertas de novas espécies de fauna e flora que por lá se escondem.

Por Priscilla Costa 

Fonte original da notícia: Folha de Pernambuco




Recife (PE) – Fundarpe compra sem licitação placas para o Cinema São Luiz

O custo será de R$ 36.018,00. A informação consta em publicação do Diário Oficial do dia 21 de fevereiro.

Cinema São Luiz fechado. Foto: André Nery/ Arquivo Folha

De portas fechadas desde o dia 13 de dezembro, o Cinema São Luiz, localizado na área central do Recife, pode voltar a funcionar em breve. Isso porque a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), responsável pelo espaço, está em processo de compra de duas placas para o projetor, que apresenta problemas.

O equipamento começou a apresentar problemas na época da 10ª edição do Janela Internacional de Cinema do Recife, que ocorreu entre os dias 3 e 12 de novembro. O festival foi realizado com material alugado. Em seguida, outra placa foi cedida para o São Luiz pelo Porto Mídia até 13 de dezembro, para que fosse realizada a 9ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine).

A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, autorizou a compra sem licitação de duas placas (TI ICP MOD e IMB 4K) do projetor. A empresa fornecedora é a AMDS Comércio e Importação de Produtos. O custo será de R$ 36.018,00. A informação consta em publicação do Diário Oficial do dia 21 de fevereiro.

A compra está sendo feita sem licitação por “não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração”, segundo o que consta no art. 24 Lei de Licitações, que autoriza a dispensa feita pela Fundarpe.

Dispensa de licitação foi publicada no Diário Oficial – Crédito: Reprodução/Diário Oficial

Matéria publicada na Folha de Pernambuco em 23 de janeiro trazia a informação de que a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) abriu uma licitação para a aquisição definitiva da placa e que, até a compra, a equipe do cinema esperava alugar outra peça, para que a sala continuasse funcionando normalmente.

Por Daniel Leite com Branca Alves

Fonte original da notícia: Blog da Folha – Folha de Pernambuco




Olinda (PE) – Após carnaval que atraiu mais de três milhões de foliões, Alto da Sé passa por manutenção

Ação inclui pintura, reforma dos canteiros, limpeza de galerias e manutenção do Museu de Arte Sacra de Pernambuco.

Serviço está sendo feito por reeducandos do sistema prisional. Foto: Prefeitura de Olinda/Divulgação

Após o carnaval ter atraído mais de três milhões de foliões para o Sítio Histórico, em Olinda, o Alto da Sé agora passa por melhorias. A ação, executada pela Secretaria de Patrimônio em parceria com a Defesa Civil, inclui pintura, reforma dos canteiros, limpeza de galerias e manutenção do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Masp). De acordo com a gestão municipal, a iniciativa foi motivada pelo desgaste do local depois da folia.

A equipe responsável pelo trabalho é composta por 15 reeducandos, que estão renovando tijolos, capinando, colocando mudas de plantas ornamentais nos canteiros, entre outros serviços. “Como recebemos muita gente no carnaval, é natural que a cidade precise de alguns cuidados. Vamos renovar a pintura do trecho do Observatório até a Caixa d’Água, limparemos o Masp, interna e externamente. A ideia é dar uma nova cara ao Alto da Sé”, explicou o secretário executivo de Patrimônio, Fred Nóbrega.

Fonte original da notícia: Diário de Pernambuco




Cidades históricas preservam estilo colonial e mostram como era o Brasil do passado

País tem diversos lugares e construções que preservam sua história.

Divulgação/Internet. G1

Viajar pelo Brasil é conhecer a história do país e entender como era o Brasil do passado. O país tem diversas construções históricas e lugares que foram importantes para a nossa história. Veja abaixo alguns dos mais famosos:

Ouro Preto, Minas Gerais
A cidade é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Sua história se deu após a descoberta de ouro na região levar uma corrida à região. Atualmente, a cidade preserva as ruas e os casarões da época. Além disso, também tem um carnaval famoso.

Olinda, Pernambuco
A cidade é Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Foi invadidade pela Holanda em 1630 e ficou 24 anos sob dominação dos holandeses. Com o passar dos anos, foi retomando sua importância histórica na região e hoje é um dos destinos mais procurados no país. Pelas praias, importância cultural e pelo carnaval.

Salvador, Bahia
Primeira capital do Brasil, foi o centro político e financeiro do país até 1763. Hoje, conserva prédios históricos e ruas cheias de história. Além das praias e prédios históricos, o carnaval de Salvador é um dos mais famosos do mundo.

São Luís, Maranhão
A cidade foi colonizada por franceses e recebeu o nome em homenagem ao Rei Luís XIII. Seu centro histórico foi preservado e remete à época em que a cidade era grande produtora de cana de açúcar, cacau e tabaco.

São Miguel das Missões, Rio Grande do Sul
Povoado jesuíta preserva até hoje o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo. O sitio conta também com o Museu das Missões, que abriga estátuas de imagens sacras feitas pelos índios Guarani

Cidade de Goiás, Goiás
As ruas do centro histórico preservam os paralelepípedos da época da colonização e outros prédios que conservam o estilo do período. Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, na Semana Santa uma das festas mais tradicionais do Brasil acontece pelas ruas históricas: a Procissão do Fogáreu.

Fonte original da notícia: G1 Turismo e Viagem




Recife (PE) – Justiça definirá destino dos imóveis modernistas

Uma audiência de conciliação entre o município e o proprietário está marcada para o mês de março.

Prefeitura autorizou a instalação de tapumes em imóveis em situação de abandono. Foto: Shilton Araújo/Esp. DP

Uma audiência de conciliação no mês de março pode por fim à polêmica sobre as duas casas em estilo modernista na Avenida Rosa e Silva, Zona Norte do Recife. Elas fazem parte dos Imóveis Especiais de Proteção (IEPs) desde 2015, em bom estado de conservação na época. As intervenções pretendidas pelo dono dos imóveis provocaram indignação em grupos de defesa do patrimônio. O município chegou a embargar as obras e o caso foi judicializado em setembro de 2016 com duas ações, uma delas notificou o Ministério Público de Pernambuco para avaliação de possível ação criminal contra o proprietário.

As casas encontram-se emsituação de abandono. Além do lixo acumulado já foram retirados do local janelas, portas e parte da cobertura. Ontem, o Departamento de Proteção e Patrimônio Cultural (DPPC) do Recife autorizou a instalação de tapumes no entorno dos imóveis e a recuperação do telhado.  A solicitação foi para atender um pedido da defesa do proprietário Leonardo Teti, que denuncia os constantes roubos nos imóveis, desde telhas, portas e janelas.

“Conseguimos recuperar parte das portas e janelas que estavam em um antiquário de Olinda, normalmente vendidos a colecionadores. Vamos tapumar para evitar novos roubos”, afirmou o advogado Jean Rocha. De acordo com o advogado, o projeto de recuperação dos imóveis inclui a implantação de um centro administrativo da Extrafarma e um estacionamento.

Protesto

O grupo Direitos Urbanos pretende fazer um ocupe nos imóveis no próximo sábado. A ideia é fazer o convite aos manifestantes da causa pelas redes sociais. “Eles deixaram as casas em situação de abandono e agora estão falando em roubo. Eles já poderiam ter tomado as medidas necessárias para evitar o saqueamento”, alertou Nadja Granja, arquiteta do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PE).

A edificação em estilo arquitetônico colonial conserva nas fachadas elementos construtivos característicos da arquitetura moderna da primeira metade do século 19. O Conselho de Desenvolvimento Urbano (CDU) negou, no entanto, a inclusão do prédio onde, desde 1969 funciona a Padaria Capela, ao lado das duas casas.

Fonte original da notícia: Diário de Pernambuco




Forte de Fernando de Noronha (PE) será restaurado

A fortaleza é a principal do sistema de defesa da costa brasileira implantado no século XVIII por Diogo da Silveira Veloso. Obra deve terminar em 18 meses.

Limpeza do terreno já está sendo feita. Foto: Adriano Soares/DP/Arquivo

O Forte de Nossa Senhora dos Remédios, em Fernando de Noronha, está sendo restaurado. A fortaleza é a principal do sistema de defesa da costa brasileira implantado no século XVIII por Diogo da Silveira Veloso. Foi construído em 1737, sobre ruínas do antigo reduto holandês, e, agora, será requalificado. A obra teve início no último dia 15 e está sendo executada pela Construtora Biapó, empresa especializada em obras de restauração de monumentos históricos sediada em Goiania. A expectativa é que o serviço seja concluído em 18 meses.

A princípio, está sendo feita a limpeza do terreno e implantação do canteiro de obras. O contrato prevê investimento de R$ 10,2 milhões. O projeto de restauração contempla o resgate imagético da Fortaleza dos Remédios enquanto principal fortificação da ilha. Através da estrutura já existente, haverá implantação de lojas de artesanato, livraria, local para exposições, sala de vídeo, café e espaço cultural para eventos. O forte também receberá investimento na área turística de visitação e acessibilidade universal.

Para o administrador da ilha, Plínio Pimentel, a requalificação do espaço faz parte do processo de resgate da identidade cultural da população de Fernando de Noronha. “O investimento na restauração de bens históricos e culturais possibilita a troca, o contato com as novas gerações. Na ilha, a história é muito presente, mas o forte é um dos grandes símbolos do passado, é dos maiores patrimônios culturais do arquipélago. Será uma grande aquisição para a comunidade”, falou.

A intervenção no espaço, no entanto, começou antes. Desde 2010, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) executa obras emergenciais de consolidação parcial no local com o objetivo de estacionar o processo de degradação do Forte de Nossa Senhora dos Remédios.

Forte de Nossa Senhora dos Remédios

A construção possui uma área de 6,3 mil metros quadrados e está 45 metros acima do nível do mar. Tinha seis baterias, quartéis de comandantes e soldados, corpo de guarda, casa de pólvora, cisterna de água potável, capela, solitárias, calabouços e subterrâneos. Abrigou correcionais no tempo do presídio comum e do presídio político, bem como soldados, durante a Segunda Guerra Mundial. Foi tombada em Nível Federal desde 1961.

Fonte original da notícia: Diário de Pernambuco




Prefeitura de Olinda (PE) renova pintura de igreja alvo de pichações

População pode denunciar os casos pelo 190.

A escadaria e a capela de São Pedro Advíncula, na Rua Treze de Maio, no Carmo, foram alvos de uma ação de vandalismo neste fim de semana. As paredes externas do templo religioso e os degraus da escada foram pichados. Nesta terça-feira (16.010) funcionários da Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda renovaram a pintura do local.

Segundo o secretário executivo de Patrimônio, Fred Nóbrega, a prefeitura vem trabalhando para manter a imagem da cidade sempre em ordem, principalmente os patrimônios do Sítio Histórico. “Estamos respondendo ao mesmo tempo em que as ações de vandalismo são feitas”, enfatizou.

O público também pode denunciar os caos de vandalismo. As pessoas precisam acionar o fone: 190 da Polícia Militar de Pernambuco.

Por Natália Catarina

Fonte original da notícia: Portal da Prefeitura de Olinda




Designer produz guia de memórias e afetos da Cidade Alta de Olinda (PE)

O Guia Memória Gráfica da Arquitetura de Olinda mapeia gradis no casario do Sítio Histórico.

O projeto foi apresentado por Renata Paes, moradora de Olinda, como trabalho de conclusão de curso na UFPE. Leia mais…

Fonte original da notícia: Jornal do Commercio