Porto Alegre (RS) – Mesa-redonda aborda patrimônio cultural

Nesta quinta-feira, dia 29, acontece a mesa-redonda A indissolubilidade das dimensões do patrimônio cultural.  A atividade inicia às 19h no auditório da Faculdade de Arquitetura (Sarmento Leite, 320 – Campus Centro). Participam os professores Luisa Durán Rocca, Daniele Caron, Daniela Cidade e Eber Pires Marzulo, com mediação de Katia Suman. O debate é aberto ao público. A entrada é franca e não há a necessidade de inscrição prévia. O evento é realizado pelo curso de extensão de Patrimônio Cultural ligado ao Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV).

Fonte original da notícia: UFRGS




Vereadores aprovam aumento de multa para pichadores em Porto Alegre (RS)

Até então, as multas correspondiam aos valores entre R$ 585,78 e R$ 2.928,90. Foto: Elson Sempé Pedroso/CMPA/Divulgação/Jornal do Comércio

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou, nesta quarta-feira (14), com 21 votos favoráveis e cinco contrários, o projeto de lei da vereadora Mônica Leal (PP). O PL prevê aumento no valor da multa para quem pichar ou depredar prédios e monumentos, públicos ou privados. Em caso de reincidência, o pichador pagará em dobro o valor da multa estipulada.

O valor da multa poderá ser de até R$ 10.153,32, ficando a cargo do órgão fiscalizador decidir a gravidade do delito e definir o valor da multa a ser paga pelo infrator. Segundo a autora do projeto, as pichações resultam em um aspecto de desleixo e sujeira, “causando uma verdadeira poluição visual, sendo considerada um crime e, como tal, exige punição”.

Para a vereadora, apesar de já haver lei para o crime desde 2015, as sanções de valores são baixas, o que encoraja os pichadores a continuarem agindo. Para ela, o aumento considerável das penalizações pecuniárias irá contribuir positivamente.

“Tornam-se irrisórios em comparação aos prejuízos causados à paisagem urbana. Nossa proposta é elevar para até 2.600 UFMs, correspondendo a R$ 10.153,32 o valor das multas para os atos de pichação. Dessa forma, pretendemos conter drasticamente essa prática maldosa, que só traz prejuízo ao patrimônio histórico e cultural de nossa cidade”, alerta Mônica Leal.

Fonte original da notícia: Jornal do Comércio




Porto Alegre (RS) – Acordo garantirá restauração de imóvel no Centro Histórico

Foto: Joel Vargas/PMPA

Um acordo entre o Município de Porto Alegre, o Ministério Público estadual e o proprietário do imóvel localizado na rua dos Andradas 891 irá garantir a restauração do prédio, que integra o Inventário do Patrimônio Cultural de Porto Alegre. Assinado durante audiência no final do mês de maio, o acordo prevê, além da restauração total, a confecção de painel explicativo da história do imóvel e do projeto de restauro.

O imóvel em questão é um dos cinco raros remanescentes arquitetônicos do tipo com azulejos na fachada na Capital e foi classificado pela Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (EPAHC) como Imóvel Inventariado de Estruturação, ou seja, não pode ser destruído, mutilado ou demolido.  Entretanto, de acordo com o procurador-chefe, em exercício, da Procuradoria de Urbanismo e Meio Ambiente da Procuradoria-Geral do Município, Nelson Marisco, o prédio sofreu um incêndio e encontra-se degradado, restando apenas a fachada de azulejos portugueses a ser restaurada.

Preservação – As edificações inventariadas também podem ser classificadas como de Compatibilização. Essas podem ser demolidas ou modificadas, desde que por meio de Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU), devendo a intervenção ou a edificação que a substituir observar as restrições necessárias à preservação cultural e histórica da edificação de Estruturação. Também deve-se observar o entorno a que estiver vinculado, bem como à paisagem urbana. Os proprietários desses imóveis podem pleitear a redução do IPTU, desde que comprovada a preservação do imóvel. O Inventário do Patrimônio Cultural de Bens Imóveis do Município está previsto na Lei Complementar 601/2008 e é feito pela EPAHC. A mesma equipe é responsável pelo tombamento do patrimônio histórico e cultural. Veja aqui a relação de bens inventariados e tombados em Porto Alegre.

Por Sandra Denardin/Paulo Cesar Pinheiro Flores dos Santos

Fonte original da notícia: Portal da Prefeitura de Porto Alegre (RS)




Porto Alegre (RS) – Terceirizados do restauro no Instituto de Educação têm salários atrasados desde o início do ano, afirma sindicato

Atraso nos salários também prejudica o andamento da obra, que também está atrasada.

Instituto de Educação General Flores da Cunha. Foto: Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Após denúncias à Rádio Guaíba de que os salários dos trabalhadores terceirizados da empresa Porto Novo Empreendimentos, responsável pelo restauro no Instituto de Educação General Flores da Cunha, em Porto Alegre, estavam atrasados desde o início do ano, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Rio Grande do Sul confirmou o problema. Segundo o presidente da entidade, Gelson Santana, a empresa vem atrasando os salários dos terceirizados sistematicamente, desrespeitando os trabalhadores.

“Infelizmente, essa empresa vem, ao longo do tempo, fazendo isso com os trabalhadores. É uma das empresas que não respeita o seu trabalhador. Se você for olhar o histórico dessa empresa junto aos seus trabalhadores você vai ver que é uma coisa recorrente deles. A empresa tem sistematicamente atrasado os salários, tem inclusive feito demissões por justa causa para poder pagar os seus trabalhadores. É lamentável que mais uma vez o trabalhador é que saia perdendo nessa situação”, expõe Santana.

A Secretaria Estadual da Educação também foi questionada acerca dos atrasos no restauro da obra com a paralisação dos funcionários que não recebem os salários. Por nota, a pasta respondeu que a Porto Novo “descumpriu o cronograma de trabalho” – embora não tenha explicado o que seria essa violação – e, por isso, o pagamento à empresa foi suspenso. Após uma negociação, a Secretaria Estadual de Obras vai estabelecer, conforme a nota, novos prazos para a concretização da reforma. Um novo repasse dos recursos à empresa também deve ser feito nesta semana.

A Porto Novo Empreendimentos foi procurada pela reportagem ontem e hoje e informou que daria retorno com explicações do diretor Cláudio Ryff. Mas, até o momento, a empresa não se manifestou. A secretária do diretor explicou que Ryff disse a ela, ontem, que “a empresa ainda não pode se pronunciar” sobre isso, mas pediu para ser lembrado hoje para dar explicações à imprensa. Porém, procurados novamente nesta manhã, ainda não havia um posicionamento.

Veja a nota na íntegra:

“A empresa responsável pelas obras no Instituto de Educação General Flores da Cunha descumpriu o cronograma de trabalho e, por isso, o Governo do Estado suspendeu os pagamentos. Após negociação com a empresa, a Secretaria Estadual de Obras estabelecerá a prorrogação do contrato, prevendo, inclusive, novos prazos para a concretização da reforma. Nesta semana, o Governo do Estado fará um novo repasse e espera que as obras sejam retomadas nos próximos dias.” 

Instituto de Educação tem restauro atrasado

O governo do estado assinou o contrato de restauro do Instituto de Educação General Flores da Cunha em novembro de 2015 em um valor de R$ 22,5 milhões. Porém, as obras iniciaram somente na última semana de janeiro de 2016. A previsão inicial da Secretaria Estadual da Educação era que a obra durasse 18 meses, sendo concluída em agosto de 2017, permitindo o retorno das aulas no local. No entanto, ainda não há uma nova previsão de quando a obra deve ser finalizada.

Por Vitória Famer

Fonte original da notícia: Rádio Guaíba




Porto Alegre (RS) – Brechó & Bazar em prol do Hospital Psiquiátrico São Pedro acontece neste domingo

Ação acontece em prol do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Foto: Reprodução

No próximo domingo, dia 28 de maio, a partir das 10 horas, acontece mais uma edição do Brechó & Bazar da AMeHSP. Voluntários da AMeHSP (Associação Amigos da Memória do Hospital Psiquiátrico São Pedro) estarão recebendo os visitantes no Clube Esportivo Caminho do Meio (rua São Manoel, 556 – atrás do Hospital de Clínicas). O brechó estará aberto até as 17 horas e tem estacionamento fácil.

No clube, que foi gentilmente cedido, serão oferecidos os mais diversos produtos como peças de roupas masculinas, femininas e infantis, acessórios, artigos para o lar, trabalhos artísticos, livros, CDs e itens de colecionadores.

Os produtos excedentes serão doados para entidades assistenciais que farão a distribuição diretamente às pessoas necessitadas, e também às instituições carentes.

Finalidade do Brechó &Bazar da AMeHSP

Toda a arrecadação deste Brechó & Bazar dará suporte para as atividades de preservação realizadas em prol do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Como exemplos de investimentos já aplicados na preservação do prédio histórico do São Pedro podemos citar a restauração da porta principal e centenária, em madeira maciça, do bloco 1, a marquise em ferro fundido e o vidro colocado sobre a porta principal do bloco 1, o lustre de madeira localizado na parte interna, e dois lampiões em ferro (símbolo da Associação). Além das restaurações, a AMeHSP contribui com aquisições de equipamentos necessários ao funcionamento do Serviço de Memória e do Escritório de Restauro do próprio Hospital.

Bazar & Brechó será no domingo. Foto: Divulgação

Bazar acontece na rua São Manoel. Foto: Divulgação

Serviço

Brechó & Bazar da AMeHSP 2017
Dia: 28 de maio – domingo
Horário: das 10h às 17h
Local: Clube Caminho do Meio – Rua São Manoel, 556 (atrás do Hospital de Clínicas). Estacionamento fácil.

Fonte original da notícia: O Sul




Porto Alegre (RS) – Projeto prevê tombamento do Parque Saint’Hilaire

Foto: Joel Vargas/PMPA

Está tramitando na Câmara Municipal de Porto Alegre projeto de autoria do vereador Aldacir Oliboni (PT) que prevê tombamento do Parque Saint’Hilaire. O objetivo é integrá-lo ao Patrimônio Histórico-Cultural, Natural e Paisagístico do Município de Porto Alegre.

Segundo o autor, o Parque Saint’Hilaire é um dos mais importantes locais de preservação ambiental ainda existentes na capital. Batizado com esse nome, homenageia o conhecido naturalista e viajante francês Augustin François Cesar Provensal Saint Hilaire. “A importância da área onde situa-se o parque para nossa cidade e nosso estado é anterior a sua criação”, explica.

Proprietária de grande parte da área, a Companhia Hidráulica de Porto Alegre a utilizava para captação de água e sua distribuição para a população de nossa cidade desde 1898, no final do século XIX. O parque abriga mais de 50 nascentes, as mais distantes da foz do Arroio Dilúvio, possuindo papel fundamental na conservação da bacia hidrográfica. A fitogeografia do parque é formada pela Floresta Estacional Semi Decidual, ecossistema associado ao bioma Mata Atlântica, a segunda maior floresta em diversidade biológica e também a segunda mais devastada do planeta, considerada área prioritária para conservação da biodiversidade.

“Portanto, como se pode observar, o Parque Saint’Hilaire é um espaço que mantém viva a história, a cultura e o ambiente natural de Porto Alegre”, defende Oliboni.

Por Priscila Bittencourte/Marco Aurélio Marocco

Fonte original da notícia: Câmara Municipal de Porto Alegre




7º Fórum Nacional de Museus acontecerá na PUC RS em Porto Alegre

O Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), em Porto Alegre, receberá a 7ª edição do Fórum Nacional de Museus (FNM) entre os dias 30 de maio e 4 de junho de 2017.

Com 5,6 mil metros quadrados, o espaço multifuncional será adequado para receber conferências, painéis, minicursos, grupos de trabalho e programação paralela – como feira de artesanato e estandes com produtos que fazem parte da cadeia produtiva dos museus. Confira a grade de programação.

Além disso, no complexo da PUC-RS também está localizado o Museu de Ciências e Tecnologia da universidade – incluído entre os 10 melhores museus brasileiros em 2016, de acordo com premiação da plataforma TripAdvisor.

FNM 2017
Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Fórum Nacional de Museus 2017 reunirá estudantes, gestores e os diversos profissionais que atuam na área de museus sob o tema Recomendação Unesco: caminhos para museus e coleções. Saiba mais.

A participação nas atividades do FNM é gratuita – mediante entrega de 1 kg de alimento não perecível no ato de credenciamento. As inscrições online estão abertas até 26 de maio. A partir desta data poderão ser feitas durante o evento.

Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico forumnacionaldemuseus@museus.gov.br ou pelo telefone (61) 3521.4112.

Fonte original da notícia: fnm.museus.gov.br




Porto Alegre (RS) – Laçador precisará ser removido para restauro

Verônica explica que monumento não recebeu estrutura interna adequada. Foto: Marco Quintana/JC

A situação do Monumento ao Laçador, um dos mais famosos da Capital, é mais grave do que se imaginava e, por isso, caso seja restaurado, precisará ser removido de seu local temporariamente. Em inspeção inicial promovida no final de março pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS), restauradores constataram fissuras e porosidades na base da obra, que a comprometeriam. Desde então, foi realizado um diagnóstico mais apurado, que revelou que os danos encontrados nas pernas do Laçador se repetiam em outras partes, como pescoço e braços.

Dadas as más condições, a obra precisará ser retirada para restauração, caso a prefeitura autorize. A escultura será colocada na horizontal para que uma estrutura interna seja implantada e feita uma solda de fechamento. Além disso, para que a obra não fique com cores diferentes onde houver a intervenção, a pátina será refeita. Ainda não há estimativa de data, duração e custo. Todo o processo será pago pelo Sinduscon-RS.

A arquiteta e restauradora Verônica di Benedetti explica que o monumento foi esculpido em várias partes, em uma fundição que não tinha preparo para fazer uma obra daquele porte. Por isso, não recebeu uma estrutura interna que dê suporte a seu tamanho. “O Laçador foi colocado em um local em que sofre muito com o vento e, por não ter um eixo interno, se mexe”, explica. O diagnóstico prevê a colocação de uma estrutura de aço inoxidável, para evitar a deterioração do material da escultura.

O vice-presidente do Sinduscon-RS, Zalmir Chwartzmann, considera que a entidade está fazendo o que precisa ser feito, uma vez que, caso o Laçador não receba restauração, corre o risco de cair com alguma ventania. “Estamos decididos a contratar profissionais e fazer o que é preciso nos próximos anos”, garante.

Foram trazidos da França dois professores especialistas em restauração de obras em metal, que deram aulas para outros 15 profissionais de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, do Interior e da capital gaúchos em um ateliê-escola, no qual foi feito o diagnóstico.

Chwartzmann espera que a revitalização do Laçador, bem como a dos monumentos existentes no Parque da Redenção, já restaurados, sirvam de exemplo para que outras entidades e pessoas da sociedade civil se engajem em melhorias na cidade, em áreas como música e artes plásticas.

O coordenador da Memória Cultural da prefeitura de Porto Alegre, Felipe Pimentel, assegura que o município vê com bons olhos o projeto de restauração. “Queremos saber como podemos viabilizar o procedimento. Após entregue o diagnóstico, o levaremos para avaliação do Conselho do Patrimônio Histórico e Cultural (Compahc) e da Coordenação de Memória Cultural, e, depois disso, o Sinduscon-RS está liberado para fazer o trabalho”, relata. A apreciação pela prefeitura leva cerca de um mês.

A obra foi inaugurada em 1958 e nunca tinha recebido inspeção. Foram encontradas linhas de solda com porosidade evidente, entradas de luz e água, manchas de ferrugem, infestação de insetos, fissuras e lacunas. Grande parte das patologias se deve à sujeira acumulada, decorrente da falta de manutenção.

Por Isabella Sander

Fonte original da notícia: Jornal do Comércio




Porto Alegre (RS) – A atuação do Ministério Público na área ambiental

Serviço:

A atuação do Ministério Público na área ambiental
Dia 25 de maio de 2017
Auditório do Palácio do Ministério Público
Praça Marechal Deodoro, 110 – Porto Alegre (RS)
Inscrições: memorial@mprs.mp.br

Fonte original da notícia: MP RS




Ladrões furtam segundo painel de monumento a Bento Gonçalves em Porto Alegre (RS)

Placa em bronze levada nos últimos dias era semelhante ao painel furtado em março.

Foto: Robinson Estrásulas / Agencia RBS

Menos de dois meses depois do sumiço de um dos painéis escultórios do Monumento ao General Bento Gonçalves, na Avenida João Pessoa, em Porto Alegre, aquele que restava no monumento também desapareceu do local.

A obra, em bronze, foi feita em 1935 por Antônio Caringi em seu ateliê em Munique, na Alemanha. A inauguração ocorreu em 15 de janeiro de 1936 na cerimônia de encerramento das comemorações do Centenário Farroupilha (1835-1935).

— Não tem como dizer qual o valor dessa peça. O artista já morreu. A meu ver, é incalculável — diz o presidente da Comissão de Monumentos da Secretaria Municipal da Cultura, Sergio Tomasini.

Tomasini se disse surpreso com o sumiço do segundo painel. Isso porque, ao contrário da placa levada em março, que estava sem moldura, a que ficou no local parecia protegida pelo contorno, em pedra. Segundo a prefeitura, que soube do furto por meio da reportagem, a Guarda Municipal foi ao local para averiguar a situação e recolher os pedaços da moldura, deixados ao pé do monumento.

O primeiro painel a desaparecer do monumento não foi localizado. A prefeitura solicitou imagens das câmeras da segurança do Centro Integrado de Comando (Ceic) posicionadas nas proximidades para tentar identificar os ladrões, mas chegou tarde demais: como os registros são armazenados por apenas 10 dias, não foi possível averiguar o que ocorreu no dia do furto.

Conforme o presidente da Comissão de Monumentos, ainda não se sabe o que será feito a respeito dos painéis furtados. É possível que o delito tenha consequências históricas: como não foram feitos moldes das placas, a reprodução delas pode ser inviabilizada.

— Não temos orçamento ainda. Estamos tentando uma parceria com a UFRGS para utilizar um scanner 3D nos monumentos e fazer reproduções em resina, mas ainda não tem nada formalizado. A intenção é recuperá-lo, mas teremos de fazer testes para ver se será possível, qual será a técnica utilizada, e que tipo de material será necessário — afirma Tomasini.

Foto: Robinson Estrásulas / Agencia RBS

Por Bruna Vargas

Fonte original da notícia: Zero Hora