Curitiba (PR) – Destruído pelo fogo, Belvedere será restaurado

Prefeitura vai esperar laudo sobre danos para iniciar projeto para recuperar o espaço.

Incêndio destruiu boa parte das instalações do Belevedere. Foto: Franklin de Freitas

Um incêndio provavelmente criminoso destruiu o prédio do Belvedere na noite de quarta-feira. O prédio histórico no São Francisco é uma Unidade Especial de Interesse de Preservação, e já estava em processo de restauração desde junho deste ano, quando o prefeito Rafael Greca assinou decreto de transferência de R$ 1,073 milhão em recursos de potencial construtivo para o restauro do edifício. A Prefeitura de Curitiba espera agora a perícia técnica e os danos serão avaliados para levantar os custos necessários à recuperação e restauro da edificação.

Desde a assinatura do decreto, o processo para o restauro estava em curso atendendo de acordo com o que exige as legislações federal e estadual para intervenções em edificações de interesse histórico e de preservação. Com a atualização do orçamento para a recuperação do Belvedere será possível definir o calendário para lançar o edital de licitação para as obras.

Tombado pelo Estado, o exemplar arquitetônico desenhado com linhas art nouveau foi construído em 1915, pelo então prefeito Cândido de Abreu, para ser um mirante no então ponto mais alto urbanizado da Capital.

A edificação teve outros usos, tendo sido, nos anos 20, sede da primeira rádio do Paraná, a Rádio Clube Paranaense. Na década de 30 passou a ser Observatório Astronômico da antiga Faculdade de Engenharia do Paraná e, em 1962, sede da União Cívica Feminina Paranaense. Anos mais tarde, em 2008, o prédio foi usado como posto da Polícia Militar.

Fonte original da notícia: Bem Paraná




Incêndio destrói prédio histórico que estava abandonado na região central de Curitiba (PR)

Em junho deste ano, prefeitura tinha liberado dinheiro para transformar o Palácio Belvedere na nova sede da Academia Paranaense de Letras.

Incêndio destruiu o espaço, que era referência da arquitetura no estilo Art Noveau, em Curitiba. Foto: Tony Mattoso/RPC

Um incêndio destruiu parte do Palácio Belvedere, em Curitiba, na noite desta quarta-feira (6). O edifício, construído em 1915, foi erguido com linhas em Art Noveau, e era uma referência arquitetônica desse estilo na cidade.

Os Bombeiros foram acionados por volta das 22h para apagar as chamas. Ainda não se sabe o que causou o incêndio.

A situação será investigada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil; câmeras de segurança devem ajudar nas diligências.

O prédio, que é tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná, estava fechado há vários anos. A fachada foi alvo de vândalos, que picharam o espaço, que fica na Praça João Cândido, perto das Ruínas de São Francisco.

Em junho deste ano, o prefeito Rafael Greca (PMN) prometeu liberar recursos para readequar o edifício, que seria transformado na nova sede da Academia Paranaense de Letras.

No dia do anúncio, ele disse acreditar que a obra seria entregue num prazo de 12 a 18 meses. Pelo Facebook, Greca lamentou o ocorrido.

“Lamentável incêndio no Belvedere do Alto de São Francisco me entristece e determina a recuperar o bem danificado. As chamas não nos derrotarão. Nem a burocracia. Vamos aguardar perícia dos bombeiros e assim que a burocracia permita nós começaremos a obra. Curitiba terá de volta o Belvedere revitalizado de alguma maneira”, declarou o prefeito na rede social.

Em junho, a prefeitura prometeu que iria restaurar o espaço. Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Em nota, a Prefeitura de Curitiba disse que há a suspeita do incêndio ter sido criminoso. Veja a íntegra do texto:

“A Prefeitura de Curitiba está acompanhando as investigações do incêndio que atingiu, na noite de quarta-feira, 6, o Palácio Belvedere, no São Francisco. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil estão investigando a causa do incêndio, com suspeita de ter sido criminoso.

O imóvel, símbolo da arquitetura art noveau, estava lacrado e passaria por reformas para abrigar o Observatório da Cultura Paranaense, da Associação Paranaense de Letras e um café escola do Sesc Paraná.

A Prefeitura de Curitiba autorizou neste ano o uso do potencial construtivo, no valor de R$ 1,073 milhão, para a reforma do imóvel. O projeto do restauro do Belvedere foi desenvolvido por arquitetos do Sesc em parceria com o Ippuc. O Palácio Belvedere, na Praça João Cândido, é um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado no ano de 1966″.

Fonte original da notícia: G1 PR




Prédio histórico de Joinville (SC) vai a leilão com lance inicial de R$ 12 milhões

Moinho Joinville foi construído em 1913 e tem 52 mil metros quadrados.

Moinho Joinville vai a leilão com lance inicial de R$ 12 milhões. Foto: Reprodução/NSC TV

O prédio histórico que abrigava o Moinho Joinville, com área total de 52 mil metros quadrados, vai a leilão com lance inicial de R$ 12 milhões. O imóvel, construído em 1913, foi o primeiro porto de Joinville e está atualmente em processo de tombamento pela prefeitura da cidade.

No auge de sua operação, o Moinho Joinville foi responsável por 40% da moagem de trigo de Santa Catarina. E, no passado, a construção chegou a ser ocupada por quatro empresas.

Uma das possibilidades é que a empresa vencedora construa um centro comercial na área aproveitável de 35 mil metros quadrados e preserve a área construída de 17 mil metros quadrados para visitação.

O futuro comprador não poderá alterar a essência do que já foi erguido no local e terá que respeitar recuo de 50 metros da margem do rio Cachoeira.

As ofertas podem ser feitas pela internet ou presencialmente até o dia 12 de dezembro.

Fonte original da notícia: G1 SC




Rio Brilhante (MS) – Justiça proíbe demolição e manda donos restaurarem prédio histórico

Sobrado histórico em Rio Brilhante quase foi demolido. Foto: Divulgação.

A Justiça proibiu a demolição de um prédio histórico conhecido como Sobradinho em Rio Brilhante, a 163 quilômetros de Campo Grande. A decisão atende a um pedido feito pelo Ministério Público Estadual e também manda os donos restaurarem o local.

O caso veio à tona quando a promotoria soube que os proprietários queriam destruir a casa. O processo parou nas mãos da juíza Mariana Rezende Ferreira Yoshida, titular da Vara Cível.

Ela deu prazo de seis meses para que o patrimônio seja totalmente recuperado, devendo o projeto detalhado ser apresentado antes ao órgão. Não será permitido começar as obras sem essa autorização especial.

A decisão também veda a construção de qualquer coisa nos arredores do Sobradinho que impeça ou reduza a visibilidade dele, assim como propagandas, outdoors ou cartazes, sob pena de ser ordenada a remoção imediata do objetivo.

Caberá à prefeitura a vigilância permanente do imóvel para garantir o cumprimento das determinações. Os proprietários não poderão criar obstáculos às eventuais vistorias.

Se os donos não tiverem recursos para restaurar o prédio, o município de Rio Brilhante deverá imediatamente ser acionado sob pena de dobrar o valor da multa. Se isso acontecer, o poder público pode determinar a desapropriação do bem.

“Assim, a questão como narrada na inicial demanda a tutela jurisdicional, porquanto relatada a possível existência de um bem de valor histórico-cultural nessa Comarca, que estaria sendo negligenciado pelos proprietários e pelo Município de Rio Brilhante”, escreveu a juíza.

Patrimônio – Peritos constataram que o Sobradinho foi construído em 1914 e grande parte do material veio da Europa, como alguns azulejos, telhas de ardósia e algumas louças e outros materiais sofisticados da época.

A edificação está relacionada ao desenvolvimento das atividades sociais, culturais e ao desenvolvimento da própria cidade, simbolicamente representa a história da comunidade, tendo em vista questões políticas que permearam a história de formação e crescimento de Rio Brilhante.

Parte da história da casa pode ser encontrada no livro escrito pelo ex-governador Wilson Barbosa Martins, quando ele relata a passagem da Coluna Prestes em 1925 e a mudança para o local em 1926, onde nasceu o irmão Plinio Barbosa Martins.

O casarão já foi sede do Poder Legislativo municipal, funcionou nos anos 60 como educandário em regime de internato, recentemente abrigou o Museu Histórico Eurides de Souza Barbosa Lima e o espaço cultural Domingos Barbosa Martins, além da Patrulha Mirim de Rio Brilhante.

Fonte original da notícia: Campo Grande News




Porto Alegre (RS) – “Novo PAC” prevê mais R$ 9,9 milhões para o Mercado Público

Recursos do Iphan seriam investidos em reformas de infraestrutura na parte não atingida pelo incêndio.

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quatro anos depois do incêndio que ainda mantém o Mercado Público parcialmente interditado, o governo federal anunciou o repasse do restante dos recursos prometidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a restauração de um dos pontos mais conhecidos de Porto Alegre. Para receber os R$ 9,9 milhões, por meio do Programa Avançar, porém, há um longo caminho burocrático. Além disso, a verba não será suficiente para a completa recuperação do prédio histórico — que precisa de manutenção mesmo na parte não atingida pelo fogo.

Mesmo que o Mercado não seja um prédio tombado pelo Iphan — apenas pelo município —, o instituto havia prometido R$ 19,5 milhões para ajudar na restauração — para ficar como novo, o prédio precisaria de R$ 33 milhões, estima a coordenadora do PAC Cidades Históricas em Porto Alegre, Briane Bicca. As verbas anunciadas permitem levar a restauração a sua terceira etapa. A parte atingida pelo fogo já foi restaurada, e a cobertura metálica danificada já foi trocada.

— Os R$ 9,9 milhões não dão nem para a metade, mas são uma boa notícia. Teremos de escolher prioridades. Há uma série de questões elétricas, o esgoto é uma tragédia, tem que fazer o PPCI — enumera Briane.

Agora, será a vez de itens estruturais, que serão detalhados na revisão do projeto. No momento, a prefeitura elabora mudanças orçamentárias para adequá-lo às regras do PAC Cidades Históricas. Depois de o novo orçamento ser aprovado pela superintendência do Iphan no Rio Grande do Sul, será encaminhado a Brasília. Só então será preparada uma licitação — ou até mais de uma —, que passará pelo crivo da Procuradoria-Geral do Município (PGM).

— Acredito que o dinheiro possa ser liberado em até seis meses. Fim de ano é época de encerramento do planejamento financeiro do poder público. As liberações só devem voltar a ocorrer em janeiro — explica a superintendente do Iphan no Estado, Juliana Inês Erpen, que destaca a sintonia do órgão com a prefeitura.

Para liberar segundo andar, permissionários bancarão PPCI

Com a demora para acabar com a interdição parcial, a Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc) firmou, em setembro, um acordo com a PGM em que se comprometia a custear as intervenções necessárias para a obtenção do plano anti-incêndio e conseguir a liberação do segundo piso pelos bombeiros. De acordo com as duas entidades, o acordo será mantido, reservando os novos recursos para outras obras estruturais.

Para a obtenção do Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), seria necessário construir um reservatório de 36 mil litros de água no subsolo do Mercado Público e conectá-lo aos hidrantes do entorno, instalar duas escadas metálicas novas e reformar outras duas e realocar as escadas rolantes, além de outras intervenções menores. O valor gira em torno de R$ 1,5 milhão. Na PGM, o entendimento é de que nada muda em relação ao acordo, que também serve para quitar uma dívida da Ascomepc com a prefeitura, decorrente de ações trabalhistas da época em que a associação geriu o Mercado Público.

— Conseguimos linhas de crédito com o Banrisul para cada permissionário, proporcional à área de uso. Ainda estamos buscando outras alternativas por meio da Lei de Incentivo à Cultura e da Lei Rouanet. É um processo que já está em andamento. Dentro de 90 dias, devemos começar a execução — revela o vice-presidente da Ascomepc, Sérgio Lourenço.

O coordenador da Memória Cultural da prefeitura, Eduardo Hahn, reforça que a verba a ser liberada não tem relação com o plano anti-incêndio e será destinada a outras necessidades também urgentes:

— São 14 projetos no total para melhorias hidrossanitárias, recuperação das coberturas metálica e de cerâmica que não pegaram fogo, além de calhas — relata.

Até agora, já foram investidos na recuperação do Mercado Público, que não é tombado pelo patrimônio histórico, R$ 9,6 milhões oriundos do Iphan e cerca de R$ 4 milhões pagos pelo seguro contra incêndio. A verba custeou o restauro completo da parte queimada, a recuperação da estrutura metálica da cobertura sinistrada e a elaboração dos projetos complementares para todo o mercado, que contemplam instalações elétricas de média e baixa tensão, telecomunicações, para-raios, instalações hidrossanitárias, reservatório de hidrantes, prevenção e combate a incêndios, climatização e exaustão.

Por Bruno Moraes

Fonte original da notícia: Zero Hora




Porto Alegre (RS) – Prefeitura vai apresentar minuta para parceria em torno do Mercado Público

Mais de quatro anos após incêndio, segundo andar segue interditado. Jonathan Heckler/JC

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, recebeu ontem representantes da Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascompec). O encontro, que também contou com a presença de líderes religiosos e secretários municipais, teve como tema principal o modelo de parceria público-privada (PPP) que o Executivo municipal propõe para a gestão do Mercado. Na sexta-feira, o secretário de Parcerias Estratégicas, Bruno Vanuzzi, deve apresentar a minuta da Proposta de Manifestação de Interesse envolvendo o espaço.

Na visão da prefeitura, a adoção de um novo modelo é fundamental para atrair investimentos e permitir melhorias na infraestrutura e na segurança do local. Durante a reunião, Marchezan frisou que os direitos dos atuais permissionários e grupos religiosos que frequentam o Mercado serão preservados.

Atualmente, o Mercado Público conta com 106 permissionários e emprega cerca de 1,1 mil trabalhadores. Em torno de 150 mil pessoas circulam todos os dias pelo local – número que, na semana da Feira do Peixe e nos dias anteriores ao Natal, chega a 250 mil. Mais de quatro anos depois do incêndio que causou danos em parte da estrutura, em 2013, o segundo andar do prédio histórico segue interditado e sem previsão de reabertura.

Fonte original da notícia: Jornal do Comércio




Justiça bloqueia bens de governador cassado do AM por omissão à Santa Casa

Prédio no Centro de Manaus está desativado há mais de 12 anos.

Situação atual da Santa Casa é de abandono, segundo MPF. Foto: Divulgação/MPF-AM

O Juiz Federal Substituto da 1ª Vara Federal de Manaus, Lincoln Rossi Da Silva Viguini, determinou o bloqueio de bens do governador cassado José Melo (PROS) por omissão administrativa em relação ao prédio da Santa Casa de Misericórdia de Manaus. A estrutura do prédio está desativada há mais de 12 anos.

A medida atinge bens móveis e imóveis de José Melo no valor de até R$ 1.056.408,06 e de ativos financeiros de mesmo valor.

A Ação Civil Pública diz que, inicialmente, pretendia-se impedir a ruína e o desabamento da edificação que está inserida no perímetro tombado do Centro Histórico de Manaus, por meio da execução de um plano de ações emergenciais e do restabelecimento do serviço de vigilância.

O documento ressalta que o Estado do Amazonas promoveu a juntada do Ofício nº 507/GS/SEC para informar as ações executadas em cumprimento às decisões proferidas neste processo, como isolamento do imóvel através de proteção com tapumes; alocação de vigilância armada; fechamento de vãos com alvenarias; limpeza com a retirada de entulhos e lavagem geral.

Em setembro de 2014, o governo anunciou a desapropriação do prédio que daria lugar a um hospital voltado ao atendimento e tratamento de crianças e adolescentes com câncer.

Após a decretação da desapropriação, segundo a ação, a única medida adotada pelo governo do Estado em relação ao bem tombado foi o deslocamento de efetivo da empresa Vigilância e Segurança do Amazonas, que passou a executar o serviço de vigilância patrimonial do prédio da Santa Casa, no período compreendido entre 11/01/2015 e 03/08/2016. No entanto, a empresa interrompeu os serviços prestados em razão do Estado está a mais de 90 dias inadimplente. “Ou seja, entre 03/08/2016 e 09/07/2017, o prédio permaneceu sem nenhuma vigilância, completamente abandonado”, diz a decisão.

Santa Casa de Misericórdia em Manaus. Foto: Indiara Bessa/G1 AM

De acordo com o documento, o último relatório da Defesa Civil destacou que o prédio apresenta anomalias em todas as estruturas de alvenarias, com estado crônico e evolutivo de degradação funcional, agravados em função do abandono, falta de manutenção e da exposição às intempéries ambientais, pois a cobertura foi totalmente removida.

Em março, o Governo do Amazonas revogou a desapropriação do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Manaus. A justificativa foi que a administração estadual precisava reduzir despesas em razão da crise econômica. O prédio iria ser transformado em um hospital do câncer infantojuvenil. Com a decisão, a criação da unidade do câncer está suspensa.

“Portanto, neste exame inicial, tudo indica que a omissão administrativa do Ex-Chefe do Poder Executivo estadual contribui decisivamente para agravar o estado de deterioração do prédio histórico, vez que permitiu que o prédio histórico ficasse sem nenhuma vigilância entre 03/08/2016 a 09/07/2017”, diz a decisão.

O G1 tentou localizar José Melo, mas não obteve sucesso.

Fonte original da notícia: G1 AM




Florianópolis (SC) – Antiga casa do vigário do Santuário da Imaculada Conceição resiste para não desabar

Edificação é exemplar raro da arquitetura luso-brasileira em Santa Catarina.

Foto: Divulgação

Causa tristeza a situação de penúria da antiga casa do vigário do Santuário da Imaculada Conceição, na Lagoa da Conceição. Uma das mais raras e exemplares edificações luso-brasileiras do Estado, é mais antiga que a própria igreja. Com projetos de restauro assinados pela equipe da Ornato Arquitetura – prontos, pagos e aprovados graças ao esforço da (Caisc) Casa dos Açores da Ilha de Santa Catarina em captar os recursos -, resiste escorada para não desabar. A comunidade questiona por que não é dada ao prédio histórico a mesma atenção dispensada ao salão paroquial que está sendo ampliado.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Por Marcos Cardoso

Fonte original da notícia: Notícias do Dia




Convento Santa Maria dos Anjos é restaurado e entregue em Penedo (AL)

Prédio histórico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Obras levaram cinco anos para serem concluídas.

Reprodução/Internet

Após obras que perduraram por cinco anos, o Convento Santa Maria dos Anjos, no município de Penedo, interior de Alagoas, foi restaurado e entregue nesta quinta-feira (3). O prédio histórico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O convento foi um dos primeiros que a ordem franciscana da igreja católica fundou ao chegar no Brasil, no século XVII.

Entretanto, o prédio passou por muitas reformas que alteraram a estrutura original, e por isso nos últimos cinco anos, o Iphan vinha fazendo obras para restaurar a forma original, o que não foi um trabalho fácil.

Assim, foram gastos R$ 10 milhões nas obras e nenhum detalhe passou despercebido.

Em uma parede, por exemplo, eles quebraram o reboco para encontrar o desenho do primeiro azulejo colocado no convento – e então reproduziram o resto com a mesma riqueza de detalhes – com uma coloração que dá aparência de velha.

Uma das partes mais difíceis na restauração foram as obras de arte talhadas em pedra, como um lavabo, que tem vários detalhes esculpidos e que tiveram que ser reproduzidos na íntegra.

O frei franciscano, Gilton Rezende, diz que muita coisa precisava ser feita antes da inauguração. “Por exemplo, a iluminação. Ela não satisfaz a demanda de quem vai celebrar”, explica.

Iphan

O superintendente do Iphan, Mário Aloísio Barreto, alega que a obra foi feita exatamente como deveria. “O convento está em condição de ser entregue e foi feito de acordo com o contrato celebrado anteriormente. Se existe algum erro de construção, temos um contrato que obriga a construtora a consertar”, diz.

Fonte original da notícia: G1 – AL TV




Salvador (BA) – Sem arremate, Solar Amado Bahia voltará a ser leiloado em outubro

O próximo leilão está previsto para acontecer dia 4 de outubro.

Sem uma oferta que pudesse cumprir com o valor mínimo estabelecido para sua aquisição, o Solar Amado Bahia, não conseguiu ser arrematado no leilão que aconteceu na manhã de ontem, no fórum do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), no Comércio. Dessa forma, o imóvel continuará com destinação indefinida, pelo menos, até o próximo leilão do tribunal, previsto para 4 de outubro.

Situado na Avenida Porto dos Tainheiros, na Ribeira, o imóvel foi a leilão pelo lance mínimo de R$ 1.863.750,00 – equivalente à metade do seu valor –, porém, a única oferta recebida foi de R$ 1,3 milhão. Dessa forma, será preciso aguardar até a próxima hasta a fim de saber o desfecho do imbróglio no qual o prédio histórico é protagonista.

Por conta de questões trabalhistas, o imóvel foi penhorado no ano passado, pela Justiça do Trabalho. O débito tem como causa um equívoco administrativo entre a associação e um funcionário.

O processo trabalhista foi movido contra a Associação dos Empregados do Comércio de Salvador, que ocupava o imóvel, conforme informou o leiloeiro Rudival Almeida, por Haroldo Portela Ribeiro.

Por Matheus Fortes

Fonte original da notícia: Tribuna da Bahia